Itabaiana · terça-feira · 15 de setembro de 2026
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Em Recife, o Sport derrotou a Ponte Preta por 2 a 0 e a equipe soma 21 derrotas em 27 jogos na Série B. O time teve só três finalizações: cabeceio de Miguel defendido por Thiago Couto e duas bolas no travessão.

A Ponte Preta sofreu mais uma derrota na Série B do Brasileiro: foi derrotada por 2 a 0 pelo Sport, na noite desta quinta-feira, em Recife. Com o resultado, a equipe acumulou a vigésima primeira partida sem vitória e totalizou 21 derrotas em 27 jogos.

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O desempenho ofensivo foi insuficiente: a Ponte Preta chegou à meta adversária apenas três vezes ao longo do jogo. Em uma das oportunidades, houve cabeçada de Miguel defendida pelo goleiro Thiago Couto, além de outras duas bolas que acertaram o travessão.

O primeiro gol do Sport saiu aos 25 minutos do primeiro tempo e foi anotado como gol contra do zagueiro Diego Leão. Segundo a narração do jogo, a bola bateu no travessão e, no rebote, tocou no rosto do zagueiro antes de entrar no gol. Depois, aos 33 minutos do primeiro tempo, houve um lance dentro da área envolvendo o zagueiro Lucas Cunha e o atacante Biel, no qual Cunha atingiu o tornozelo do adversário. O lance poderia ter resultado em um segundo cartão amarelo para Cunha, que já havia sido advertido por reclamação, mas a arbitragem não aplicou a segunda penalização.

Na sequência desse lance, o pênalti foi marcado com a ajuda do VAR e convertido por Barletta, que cobrou para o canto direito, ampliando o placar a favor do Sport. Quase no final do primeiro tempo, Danilo Barcelos cobrou falta que acertou o travessão; no rebote, Diego Leão cabeceou para o gol, mas o lance foi anulado por impedimento.

O texto que acompanha a cobertura também critica a situação administrativa do clube. Afirma-se que a permanência de determinados dirigentes no comando do futebol tem mantido o clube sem rumo, citando especificamente Marco Eberlin. A peça também questiona a desproporção de pagamentos no elenco na temporada passada e cita o caso do lateral-direito Maguinho, que teria recebido salário de R$ 115 mil na temporada anterior.

Sobre questões administrativas e financeiras, aponta-se que houve tratativas relacionadas à SAF e ao fim do transfer ban. Segundo foi informado, o clube teria resolvido pendências de transfer ban com débitos na CBF e na FIFA mediante pagamento de cerca de R$ 2,2 milhões. O texto levanta dúvidas sobre por que certas lideranças continuaram à frente do futebol mesmo conhecendo a situação financeira e sugere que existem pessoas dispostas a assumir o clube e tentar reverter os problemas.

“Enquanto ele não larga o ‘osso’, como se tudo fizesse parte da normalidade, o pontepretano sofre.”

O relato deixa críticas sobre escolhas administrativas e salariais, e questiona qual será o próximo passo da direção para enfrentar a crise técnica e financeira que acompanha os resultados em campo.

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Jornalista da Itabaiana FM 93.1 — trazendo as notícias de Sergipe para você.

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