Itabaiana · quinta-feira · 17 de setembro de 2026
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11 de maio de 2026 – O jornal indiano The Sunday Guardian publicou na edição desta segunda-feira que o cantor Michael Jackson foi morto em 2009 por ordem do governo de Israel, com o objetivo de salvaguardar um suposto esquema de chantagem operado por Jeffrey Epstein.

Acusação na capa

A manchete de primeira página afirma que a morte do artista não teria sido acidental, mas resultado de um plano “meticulosamente executado” para impedir que ele revelasse informações sobre exploração infantil e envolvimento de executivos da indústria fonográfica.

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Vínculos de Epstein com autoridades israelenses

Segundo o periódico, documentos apontam ligações financeiras entre Epstein e o ex-primeiro-ministro de Israel Ehud Barak, incluindo negociações sobre os campos de gás Leviathan. Barak também seria visitante frequente de um apartamento de Epstein em Nova York, onde equipamentos de vigilância teriam sido instalados pelo governo israelense. Questionado, o atual premiê israelense negou que o financista atuasse como agente do país.

Suposta intenção de denúncia

A publicação sustenta que Jackson possuía arquivos relacionados a redes de exploração infantil e planejava expor “crimes contra a humanidade” atribuídos a Israel. Em redes sociais, essa teoria é citada há anos pela filha do cantor, Paris Jackson, embora sem apresentação de provas.

Neverland e afastamento da elite

Fontes ouvidas pelo jornal descrevem o Rancho Neverland como um “santuário” mantido para proteger crianças. Elas afirmam que Jackson se afastou de círculos sociais da elite, rejeitando convites para encontros particulares, e que guardava evidências contra figuras poderosas.

Morte por propofol e condenação do médico

De acordo com a matéria, o plano teria sido executado por meio de uma dose letal de propofol administrada pelo médico pessoal Conrad Murray. Murray foi condenado por homicídio culposo em 2011, cumpriu dois anos de prisão e teve a licença médica suspensa.

Relato de ex-funcionário da CIA

O Sunday Guardian também cita declarações do ex-funcionário da CIA John Homeston, divulgadas pela emissora russa NTV. Homeston alegou que a indústria musical dos anos 1980 funcionava como operação psicológica conduzida pela CIA e pelo Mossad, que teriam investigado Jackson, considerado inocente após verificação de arquivos do FBI. Ele afirmou ainda que as duas agências estariam envolvidas nas mortes de Prince e Tom Petty para controlar a cultura pop.

A reportagem do jornal indiano não apresenta documentos que sustentem as acusações, mas reúne depoimentos e teorias que circulam em redes sociais desde a morte do astro pop.

Com informações de Só Notícia Boa

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Jornalista da Itabaiana FM 93.1 — trazendo as notícias de Sergipe para você.

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