Itabaiana · quinta-feira · 22 de outubro de 2026
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Martinha, amiga e funcionária, relatou que Valentina, 10, teve crise de pânico e quebrou objetos ao saber da decisão que manteve a mãe presa. 'É maldade com a criança', afirmou.

Martinha, amiga e funcionária da família de Deolane Bezerra, apareceu emocionada nas redes sociais ao relatar um episódio de tensão envolvendo Valentina, filha de 10 anos da influenciadora, na noite de quarta‑feira, 21/10. Segundo Martinha, a menina teria sofrido uma crise de pânico e quebrado diversos objetos dentro de casa após ser informada sobre a decisão judicial que não acolheu novos pedidos de liberdade da mãe.

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No relato, Martinha relacionou o episódio ao sofrimento da criança diante da prisão da mãe e à recente decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que negou dois habeas corpus apresentados pela defesa de Deolane. A publicação nas redes mostrava a funcionária bastante abalada ao descrever o quadro emocional da menina e a tensão no ambiente doméstico.

“É maldade com a criança”

Em outras postagens, Martinha afirmou que a repercussão da situação judicial e as negativas no STJ tinham impacto direto no comportamento de Valentina, que, segundo o relato, acabou reagindo com medo e descontrole. O texto publicado pela amiga da família destacava a vulnerabilidade da menina diante do que foi descrito como uma sequência de decisões judiciais e notícias sobre o caso.

Pedidos da defesa

  • Revogação da prisão preventiva
  • Concessão de prisão domiciliar
  • Transferência para Sala de Estado‑Maior

De acordo com o relato que circulou nas redes, esses eram os pedidos apresentados pela defesa e rejeitados pelo STJ, o que teria motivado a reação da criança naquela noite. O texto também lembrou que a influenciadora foi presa em 21 de maio de 2026, informação associada ao contexto familiar que, segundo Martinha, vem afetando a rotina e o bem‑estar de Valentina.

O episódio reacende o foco sobre os efeitos das medidas judiciais no ambiente familiar e sobre o acompanhamento psicológico e social de menores em situações de crise. No relato público, Martinha pediu sensibilidade e atenção ao quadro da menina, destacando a necessidade de proteção diante do que classificou como sofrimento causado pelo processo.

Até o momento da publicação desta matéria, o conteúdo publicado por Martinha continuava sendo compartilhado nas redes, gerando comentários e manifestações de preocupação de apoiadores e pessoas próximas à família. O caso segue no âmbito judicial, com as decisões mencionadas mantendo o status determinado pelo STJ na data citada.

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