Sessão foi interrompida após briga entre advogados e promotores em SP. Desentendimento surgiu durante interrogatório sobre atentado ligado à defesa dos réus.
O julgamento dos três policiais militares acusados de executar Vinícius Gritzbach, delator do PCC, foi cancelado nesta segunda-feira, 22 de junho de 2026, após uma confusão que ocorreu durante a sessão. O tumulto começou quando um dos promotores questionava um capitão da PM, que havia participado da busca e apreensão de um dos réus mencionados. Durante o interrogatório, o promotor fez referência a uma denúncia sobre um atentado contra um dos advogados, o que gerou um desentendimento.
A defesa dos acusados argumentou que a questão levantada não estava relacionada ao Caso Gritzbach, o que intensificou a tensão entre as partes. Em decorrência do incidente, parte da defesa dos réus abandonou o plenário, levando à dissolução do conselho de sentença.
O Tribunal de Justiça se manifestou a respeito do ocorrido através de uma nota oficial, afirmando:
“Houve abandono do plenário parte da defesa dos réus após desentendimento com o promotor, e, por isso, dissolução do conselho de sentença. O júri será redesignado para data oportuna.”
Com o cancelamento do júri, a expectativa é que uma nova data seja marcada em breve para que o caso possa ser julgado novamente. O Caso Gritzbach, que ganhou notoriedade devido à sua ligação com o PCC e a natureza das acusações contra os policiais, continua a ser uma questão de grande relevância no sistema judicial.
Os desdobramentos desse julgamento são aguardados com atenção, considerando os impactos que ele pode ter tanto para os envolvidos quanto para a sociedade em geral. A situação evidencia as complexidades e os desafios enfrentados no âmbito da justiça, especialmente em casos que envolvem organizações criminosas.
