Finn Wolfhard avança mais uma vez em sua carreira musical. O ator, conhecido por seu papel como Mike Wheeler em Stranger Things, lançou seu segundo álbum solo, intitulado Fire From The Hip. O disco já está disponível em todas as plataformas e conta com 12 faixas.
Este novo trabalho sucede Happy Birthday, sua estreia aclamada de 2025, que acumulou mais de 64 milhões de reproduções. Fire From The Hip amplia o universo sonoro de Wolfhard, apresentando um rock mais texturizado e dinâmico, mantendo a escrita pessoal e narrativa que o destacou na música.
A gravação do álbum ocorreu em fevereiro de 2026 no Pachyderm Studios, um local histórico que já recebeu gravações de álbuns icônicos, como In Utero do Nirvana e Superunknown do Soundgarden. O engenheiro de som Andrew Humphrey foi responsável pela captação do som do disco.
Musicalmente, Fire From The Hip reflete uma crueza analógica, recheada de guitarras dedilhadas e composições introspectivas. O clima indie dos anos 1990, que já é uma marca registrada de Wolfhard, é levado a um novo território, mais denso e texturizado do que seu trabalho anterior. O músico se inspirou em álbuns clássicos, como Exile on Main St. e Beggars Banquet dos Rolling Stones, mas sem perder sua identidade única.
“Fiz este álbum com um grupo de amigos tão incrível e talentoso. Estou empolgado para as pessoas ouvirem o disco e, espero, sentirem o quanto nossa energia e entusiasmo transbordam faixa por faixa”, afirmou Wolfhard em um comunicado à imprensa.
A arte da capa do álbum foi desenvolvida por Wolfhard em colaboração com Grant Prettyman, Hudson McNeese, Louis Nicely e Cadien Lake James. A faixa Follow também ganhou um vídeo, filmado e editado por McNeese, que combina imagens de um show ao vivo com cenas de Finn caminhando por Chicago com seus amigos envolvidos na criação do disco.
Em termos de temática, Fire From The Hip explora a dualidade de Wolfhard como indivíduo e como figura pública. “Sinto que estou constantemente amadurecendo e passando por mudanças. Quando faço um disco novo, sinto que cresci um pouco desde o último, então para mim cada novo disco é uma pequena reapresentação”, comentou o artista. Ao longo das faixas, ele reflete sobre filmes, música e marcos culturais que moldaram sua geração, criando um trabalho que se apresenta como um retrato em movimento da sua contínua descoberta pessoal.
