Raios interromperam o duelo entre França e Noruega no intervalo, com placar de 1 a 0. É a primeira paralisação por condições climáticas nesta Copa do Mundo.
A partida entre França e Noruega, realizada no dia 22 de junho de 2026, pela segunda rodada do grupo I, é a primeira a ser suspensa devido a uma tempestade nesta edição da Copa do Mundo.
Durante o intervalo entre os tempos, com a França liderando por 1 a 0, após gol de Mbappé, um alerta de raios foi emitido pelos telões do Lincoln Financial Field, na Filadélfia. Essa situação, embora preocupante, não é uma novidade completa, já que já havia ocorrido na Copa do Mundo de Clubes de 2025, também realizada nos Estados Unidos.
O protocolo da FIFA para situações de raios é bastante claro: a partida deve ser interrompida imediatamente caso haja descargas elétricas a uma distância de 13 a 16 quilômetros do estádio, suspendendo o jogo por um mínimo de 30 minutos. Segundo o artigo 35 do regulamento da FIFA, as paralisações são obrigatórias ao primeiro sinal de clima extremo, sendo que a decisão fica a cargo da arbitragem e deve seguir as orientações do comitê médico.
“Condições climáticas extremas podem justificar a implementação de pausas para resfriamento durante a partida, de acordo com os protocolos estabelecidos pelo Comitê Médico da FIFA e/ou documentados no Manual de Medicina de Emergência do Futebol da FIFA. Tais pausas serão consideradas partida a partida. A responsabilidade pela implementação e controle das pausas para resfriamento é do árbitro”, explica o regulamento.
Para os torcedores que estavam presentes, a orientação é que permaneçam no estádio, já que os ingressos são válidos apenas para o primeiro acesso. O público deve deixar as arquibancadas e buscar abrigo nos corredores de acesso, onde estão localizadas as lojas e bares.
A preocupação com o clima extremo, especialmente o calor, é uma realidade crescente nesta Copa do Mundo de 2026, e as autoridades continuam atentas às condições que podem afetar os jogos e a segurança dos espectadores.
