Itabaiana · terça-feira · 29 de setembro de 2026
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A Justiça da Coreia do Sul condenou uma brasileira por perseguir Jungkook, integrante do BTS, após uma série de invasões à residência do cantor. A sentença impôs um ano de prisão, com pena suspensa por dois anos, além da deportação da mulher após o processo.

O juiz Park Ji-won, do Tribunal Distrital Ocidental de Seul, proferiu a decisão. As autoridades sul-coreanas relataram que a mulher, de 30 anos, ignorou advertências e medidas de proteção que tinham como objetivo impedir qualquer aproximação do artista.

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“A ré cometeu o crime mesmo depois de ter sido libertada na sequência de um aviso policial, não cumpriu as medidas de emergência e a vítima exige uma punição severa”

De acordo com informações do jornal The Korea Times, a mulher visitou a casa de Jungkook 22 vezes em um período de aproximadamente um mês. Durante essas visitas, ela aguardava o cantor, deixava cartas e objetos no local e tentava estabelecer contato.

Um dos episódios mais alarmantes ocorreu quando ela tocou a campainha da casa 133 vezes durante a noite. Em outra ocasião, ela entrou na propriedade sem autorização ao aproveitar a chegada de um entregador.

Mesmo após receber um aviso da polícia e uma medida emergencial que a proibia de se aproximar a menos de 100 metros da residência, a mulher voltou ao local, deixando fotografias e materiais impressos nas proximidades.

O tribunal destacou que o descumprimento das medidas de proteção foi um fator importante na decisão da condenação. Apesar do pedido de punição mais rigorosa feito por Jungkook, os magistrados consideraram que não havia intenção de causar danos físicos ao cantor, já que a invasão não ocorreu nas áreas internas da residência.

Familiares da brasileira expressaram preocupação com a situação após sua prisão. Em entrevista, afirmaram que ela havia viajado para a Coreia do Sul sem avisar e que enfrenta problemas de saúde mental. Uma parente mencionou um diagnóstico de transtorno psiquiátrico e manifestou o desejo de que ela retornasse ao Brasil para receber acompanhamento adequado.

“Se o governo deportá-la para cá, será bem melhor, porque poderemos levá-la para a casa da mãe. Do jeito que está, pode acontecer algo pior”

Este não é o primeiro incidente envolvendo a privacidade de Jungkook. Nos últimos anos, ele já enfrentou outras tentativas de invasão e perseguição. Em 2025, uma mulher chinesa foi presa após tentar entrar em sua residência logo após o cantor deixar o serviço militar. Jungkook havia alertado que tais casos seriam encaminhados às autoridades.

Após os sucessivos episódios, a Bighit Music, responsável pela carreira do BTS, reforçou os protocolos de segurança para proteger o artista. Com a sentença definida, a brasileira deverá ser deportada para o Brasil assim que não houver mais possibilidade de recursos na Justiça sul-coreana.

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Jornalista da Itabaiana FM 93.1 — trazendo as notícias de Sergipe para você.

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