Mapas, app padrão do iPhone, traz funções exclusivas de navegação, privacidade e integração com iOS. Conheça cinco recursos que valem a pena para quem busca alternativa ao concorrente.
O Apple Maps (ou Mapas) é o app padrão de navegação e geolocalização do iPhone. A ferramenta não é tão popular quanto o Google Maps, mas reúne recursos e integrações que o concorrente não oferece ou explora de forma diferente.
O serviço da Apple é relativamente mais novo — foi lançado em 2012, enquanto o Google Maps é de 2005 — e teve uma chegada conturbada no iOS, mas se tornou uma ferramenta sólida com o passar dos anos. A seguir, estão cinco recursos de destaque do Mapas que merecem atenção para quem busca alternativas ao Google Maps.
5 recursos do Apple Maps que o Google Maps não tem
- Maior imersão com detalhes 3D: a visualização do aplicativo da Apple aposta em detalhes tridimensionais mais ricos. Além de pontos turísticos e monumentos históricos em 3D, o Mapas inclui informações de relevo mais detalhadas e até locais de prova de corrida, como pistas de Fórmula 1. O Mapas já teve o recurso Flyover, que permitia um “tour virtual” sobrevoando algumas cidades, mas a função foi removida no ano passado.
- Mapas topográficos e trilhas: o app oferece mapas topográficos com diferenças de relevo e altitude visíveis. Alguns parques nacionais nos Estados Unidos trazem seções com trilhas populares, mostrando a elevação e o tempo estimado para conclusão de cada rota — detalhes úteis para quem faz caminhadas e atividades ao ar livre.
- Maior integração com Apple Watch: para usuários do relógio da Apple, o Mapas costuma apresentar integração mais aprofundada. Além de comandos básicos, a integração inclui mais opções de controle e feedback háptico, o que pode facilitar navegações pé a pé ou indicações de rota sem precisar olhar constantemente para a tela do telefone.
- Curadoria própria: o aplicativo reúne guias e recomendações organizadas, com destaques de cidades no Brasil e no exterior. Essas coleções ajudam a preparar viagens e a descobrir pontos de interesse selecionados, oferecendo uma curadoria centralizada dentro do app.
- Reforço de privacidade: o Mapas é apresentado com foco maior em privacidade: o histórico de navegação não fica atrelado ao ID Apple e algumas rotas personalizadas são protegidas por criptografia, não sendo compartilhadas com terceiros. O Google permite desabilitar o histórico, mas vincula resultados de navegação à conta em vez de mantê-los restritos ao aplicativo.
Cada serviço tem pontos fortes e limitações, e a escolha entre eles pode depender do uso que se faz: direção, caminhadas, integração com dispositivos ou preocupação com privacidade. Esses cinco diferenciais mostram por que vale a pena testar o Mapas mesmo para quem já está acostumado ao Google Maps.
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