O atacante Gabriel Silva, que passou pelo Brinco de Ouro em 2025, entrou na Justiça para cobrar R$58.036,28 do Guarani. Segundo sua defesa, ele recebeu R$125 mil de R$175 mil acordados; a reportagem procurou a assessoria do clube.
O atacante Gabriel Silva, que teve passagem pelo Brinco de Ouro em 2025, entrou com uma ação na Justiça contra o Guarani por falta de pagamento do acordo firmado na rescisão de contrato. Na peça judicial, o jogador cobra do clube campineiro o valor de R$ 58.036,28.
Segundo a defesa de Gabriel Silva, o atleta recebeu R$ 125 mil dos R$ 175 mil que estavam estabelecidos no acordo, restando, portanto, R$ 50 mil a ser quitado. Com a incidência de juros e correção monetária, o montante remanescente alcança R$ 58.036,28, conforme consta na ação.
A reportagem entrou em contato com a assessoria de imprensa do Guarani, mas não obteve uma posição até a publicação desta matéria.
Na Série C de 2025, Gabriel Silva fez apenas 10 jogos com a camisa alviverde, sem marcar gols. Na temporada seguinte, ele atuou pelo Barra-SC, onde disputou 28 partidas e anotou três gols. Esses números constam do histórico recente do atleta e foram mencionados no contexto da ação.
O caso de Gabriel Silva surge em meio a outras disputas trabalhistas envolvendo o clube. Recentemente, o lateral-direito Cicinho acionou a Justiça cobrando R$ 57.851,71, e o meia Diego Torres moveu ação alegando débitos no valor de R$ 1.620.234,97. As ações foram divulgadas como exemplos de reivindicações em aberto contra a agremiação.
A cobrança judicial de ex-jogadores por pagamentos não quitados é um tema recorrente no futebol e pode envolver diferentes formas de correção de valores, como juros e atualização monetária, além de possíveis honorários e custas processuais. No caso em questão, a diferença apontada pela defesa foi transformada em quantia definitiva com a aplicação desses encargos, resultando no valor que está sendo exigido em juízo.
O processo representa uma etapa formal de cobrança, em que o credor busca assegurar o cumprimento do acordo ou a reparação financeira por meio das vias judiciais. Caberá ao Judiciário analisar os documentos e argumentos apresentados pelas partes para decidir sobre o pleito financeiro. Até o momento, não há registro público de qualquer posicionamento oficial do Guarani sobre esse processo específico.

