Itabaiana · segunda-feira · 21 de setembro de 2026
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O Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) acusou Flamengo e Fluminense de, supostamente, promover superlotação em partidas realizadas no Maracanã. Segundo os documentos citados na investigação, em ao menos 15 jogos — sendo 11 partidas envolvendo o Flamengo e cinco envolvendo o Fluminense (um dos jogos em que ambos estão envolvidos é a final do Cariocão 2026) — teriam sido comercializados ingressos acima da capacidade permitida para determinados setores do estádio.

Os registros das partidas investigadas apontaram venda de bilhetes em números superiores à lotação autorizada de alguns setores. A suspeita recai, em especial, sobre as cadeiras do setor oeste superior — onde ficam as cadeiras cativas — e sobre o setor norte. Os documentos detalham quantidades de ingressos comercializados por setor que, conforme a apuração, ultrapassaram os limites estabelecidos pelas autoridades responsáveis pela operação do estádio.

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O episódio envolve tanto partidas isoladas quanto clássicos entre os dois clubes. Entre as partidas citadas está a final do Cariocão 2026, que aparece como uma das partidas em que os dois clubes estão envolvidos. A denúncia do MP-RJ trata da venda de bilhetes e da possível superlotação em setores específicos, não fazendo, nos documentos, a mesma descrição para todas as partidas investigadas.

Além das informações sobre a investigação, o material que acompanha a notícia traz imagens e legendas que registram o histórico recente do confronto entre Flamengo e Fluminense. Nas últimas cinco finais, por exemplo, o Flamengo venceu três e o Fluminense venceu duas. Em outro registro, no primeiro Fla x Flu do ano, a vitória foi do Tricolor das Laranjeiras por 2 a 1. As fotos também mostram momentos de disputa entre jogadores como Guga, Carrascal, Luiz Araújo, Martinelli e Bruno Henrique, além de cenas de confusão no gramado durante um clássico.

A acusação do MP-RJ motivou a abertura de investigação sobre a venda de ingressos e a operação dos setores citados no Maracanã. Os documentos reunidos nas apurações servem como base para a acusação de que, em determinados jogos, houve comercialização de ingressos além da capacidade autorizada, o que configuraria risco de superlotação nas áreas mencionadas.

O caso segue sob análise das autoridades competentes, com checagem dos dados sobre a comercialização de ingressos por setor e a eventual responsabilização administrativa ou judicial das partes envolvidas.

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Jornalista da Itabaiana FM 93.1 — trazendo as notícias de Sergipe para você.

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