Aos 38 minutos, Tiquinho cabeceou no canto de Léo Jardim e a jogada foi assinalada como gol que deixaria o Botafogo em 2 a 2. Na comemoração, Tite invadiu o gramado e recebeu cartão vermelho de Bruno Arleu.
O técnico Tite foi expulso em um lance inusitado durante o clássico entre Botafogo e Vasco, na noite desta quarta-feira, no estádio Nilton Santos. A sequência ocorreu aos 38 minutos, quando uma bola foi lançada na área do Vasco e Tiquinho subiu alto para cabecear no canto defendido por Léo Jardim. A jogada resultou em um gol que, naquele momento, parecia deixar o Botafogo em situação de empate por 2 a 2.
Após a cabeçada de Tiquinho, Tite começou a vibrar e invadiu o gramado durante a comemoração. Ao perceber a entrada do treinador, o árbitro Bruno Arleu aplicou o cartão vermelho a Tite, expulsando-o da partida. A expulsão ocorreu antes da confirmação sobre a validade do gol.
Surpreendido com a decisão, Tite protestou junto ao árbitro e deixou o campo em seguida. Enquanto o treinador se dirigia para fora do gramado, a arbitragem foi informada de que Tiquinho estava em posição de impedimento no momento do lance. Com essa informação, o árbitro anulou o gol que havia sido inicialmente assinalado.
O episódio reuniu os três elementos centrais da confusão: a finalização de Tiquinho que resultou no gol anulado, a reação imediata de Tite ao comemorar a igualdade em 2 a 2 e a intervenção do árbitro Bruno Arleu ao expulsar o técnico por invasão de campo. O estádio Nilton Santos foi palco da cena, que provocou questionamentos sobre o momento da comunicação entre a equipe de arbitragem e o próprio árbitro principal, além de discussões sobre a conduta do treinador ao entrar no campo durante a partida.
O registro oficial do lance destaca o tempo (38 minutos), os protagonistas (Tiquinho e Léo Jardim na jogada, Tite como treinador e Bruno Arleu como árbitro) e a decisão da arbitragem de anular o gol por impedimento. A sequência alterou o desenrolar do clássico e teve impacto imediato na presença de Tite à beira do campo para o restante do jogo.
Não há, neste relato, menções a recursos, outras intervenções da equipe de arbitragem ou opiniões adicionais de jogadores, comissão técnica ou dirigentes. Permanecem como fatos apontados a cabeçada de Tiquinho, a expulsão de Tite e a posterior anulação do gol por impedimento.
