O Índice de Progresso Social (IPS) 2026 aponta que Gavião Peixoto (SP) é, pelo terceiro ano consecutivo, o município brasileiro com melhor qualidade de vida, enquanto Curitiba (PR) aparece no topo entre as capitais e o Distrito Federal figura em primeiro lugar entre as unidades da federação.
O levantamento, divulgado nesta quarta-feira (20), é produzido pelo Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon) em parceria com outras organizações. A pesquisa avalia os 5.570 municípios do país com base em 57 indicadores sociais e ambientais, utilizando dados públicos de fontes como DataSUS, IBGE, Inep e MapBiomas. A média nacional atingiu 63,40 pontos, ligeiramente acima dos 63,05 registrados em 2025.
Municípios mais bem colocados
Top 20 – 2026
Gavião Peixoto (SP) – 73,10
Jundiaí (SP) – 71,80
Osvaldo Cruz (SP) – 71,76
Pompéia (SP) – 71,76
Curitiba (PR) – 71,29
Nova Lima (MG) – 71,22
Gabriel Monteiro (SP) – 71,16
Cornélio Procópio (PR) – 71,16
Luzerna (SC) – 71,10
Itupeva (SP) – 71,08
Rafard (SP) – 71,08
Presidente Lucena (RS) – 71,05
Adamantina (SP) – 70,97
Maringá (PR) – 70,87
Alto Alegre (RS) – 70,86
Ribeirão Preto (SP) – 70,80
Brasília (DF) – 70,73
Barra Bonita (SP) – 70,71
Araraquara (SP) – 70,70
Águas de São Pedro (SP) – 70,66
Capitais com melhor desempenho
Curitiba (PR) – 71,29
Brasília (DF) – 70,73
São Paulo (SP) – 70,64
Campo Grande (MS) – 69,77
Belo Horizonte (MG) – 69,66
Goiânia (GO) – 69,47
Palmas (TO) – 68,91
Florianópolis (SC) – 68,73
João Pessoa (PB) – 67,73
Cuiabá (MT) – 67,22
Rio de Janeiro (RJ) – 67,00
Porto Alegre (RS) – 66,94
Natal (RN) – 66,82
Aracaju (SE) – 66,35
Vitória (ES) – 66,02
Teresina (PI) – 66,02
São Luís (MA) – 65,64
Fortaleza (CE) – 65,15
Boa Vista (RR) – 64,49
Manaus (AM) – 63,91
Belém (PA) – 63,90
Rio Branco (AC) – 63,44
Recife (PE) – 63,22
Salvador (BA) – 62,18
Maceió (AL) – 61,96
Macapá (AP) – 59,65
Porto Velho (RO) – 58,59
Estados e Distrito Federal
Distrito Federal – 70,73
São Paulo – 67,96
Santa Catarina – 65,58
Paraná – 65,21
Minas Gerais – 64,66
Goiás – 64,52
Mato Grosso do Sul – 64,14
Espírito Santo – 63,61
Rio de Janeiro – 63,47
Rio Grande do Sul – 63,39
Paraíba – 62,39
Sergipe – 62,10
Rio Grande do Norte – 61,83
Mato Grosso – 61,38
Ceará – 61,22
Pernambuco – 60,58
Tocantins – 60,50
Piauí – 60,48
Roraima – 59,65
Amazonas – 59,34
Alagoas – 58,97
Bahia – 58,72
Rondônia – 58,60
Amapá – 58,10
Acre – 58,03
Maranhão – 57,59
Pará – 55,80
Municípios com os piores índices
Uiramutã (RR) – 42,44
Jacareacanga (PA) – 44,32
Alto Alegre (RR) – 44,72
Portel (PA) – 45,42
Amajari (RR) – 45,58
Pacajá (PA) – 45,87
Anapu (PA) – 45,91
Japorã (MS) – 46,23
Santa Rosa do Purus (AC) – 46,70
Uruará (PA) – 46,80
Trairão (PA) – 46,82
Bannach (PA) – 47,23
São Félix do Xingu (PA) – 47,38
Recursolândia (TO) – 47,39
Cumaru do Norte (PA) – 47,43
Peritoró (MA) – 47,53
Oeiras do Pará (PA) – 47,57
Ladainha (MG) – 47,58
Anajás (PA) – 47,62
Paranã (TO) – 47,63
Embora o IPS mostre avanço gradual no resultado geral do país, o estudo destaca a permanência de diferenças regionais marcantes: 18 das 20 cidades melhor posicionadas estão no Sul e Sudeste, enquanto 19 das 20 piores concentrações de pontuação ficam no Norte e Nordeste.
A pontuação do índice varia de zero a 100, considerando fatores como moradia, saúde, educação, sustentabilidade ambiental e inclusão social.
