O Sistema Único de Saúde (SUS) incorporou, em 2026, o uso do pembrolizumabe, imunoterapia indicada para diversos tipos de câncer, incluindo alguns casos de tumor de mama. A medida resulta de acordo firmado em março entre o Ministério da Saúde, o Instituto Butantan e a farmacêutica MSD.
Como age o medicamento
O pembrolizumabe estimula o próprio sistema imunológico do paciente a identificar e destruir células cancerígenas, bloqueando mecanismos usados pelo tumor para se esconder do organismo. Diferentemente da quimioterapia tradicional, o fármaco não provoca a queda de cabelo.
Produção nacional e expansão do acesso
Com a parceria, o medicamento passará a ser produzido no Brasil, reduzindo a dependência de importações e, no longo prazo, podendo baratear custos. Na rede privada, cada sessão pode custar cerca de R$ 27 mil.
Indicação médica
O uso da imunoterapia depende de critérios clínicos específicos, como tipo e estágio do tumor e resposta a tratamentos anteriores. Para alguns cânceres, como o melanoma, estudos apontam aumento de sobrevida; em outros, como o de mama, os resultados variam.
Implementação no SUS
De acordo com o Ministério da Saúde, a oferta do pembrolizumabe ocorrerá gradualmente, seguindo protocolos clínicos definidos para cada neoplasia.
Com informações de Só Notícia Boa
