O músico, percussionista e instrumentista Marcelo Pretto, conhecido pelo apelido Mitsu, morreu na madrugada deste domingo (8/3), em São Paulo, aos 58 anos. O artista estava internado desde 18 de fevereiro, tratando um quadro avançado de diabetes.
Pretto ingressou no grupo paulistano Barbatuques em 1999, quatro anos após a criação do coletivo dedicado à percussão corporal. Paralelamente, integrou o A Barca por mais de 15 anos, projeto voltado à pesquisa e preservação da música tradicional brasileira.
Ao longo da carreira, o músico colaborou em mais de 50 álbuns e participou de apresentações no Brasil e no exterior, consolidando-se como um dos principais nomes da percussão nacional.
Homenagens
A morte foi comunicada pelo perfil oficial do Barbatuques nas redes sociais. “Hoje nos despedimos de um amigo muito querido e um artista gigante”, publicou o grupo, destacando o legado deixado por Mitsu.
Nas redes, artistas e admiradores também prestaram tributos. O cantor Chico César comentou a perda: “Muito querido e artista imenso. Voz de muitas sutilezas e possibilidades: do sussurro ao trovão. Adeus, amigo”.