Em entrevista, a diretora afirmou que não pretende voltar a dirigir filmes do universo Matrix. Ela diz que a Warner Bros. segue interessada em novos títulos, mas não quer participar de futuros projetos.
Lilly Wachowski, que dirigiu a trilogia original ao lado da irmã Lana Wachowski, declarou não ter interesse em voltar a dirigir um novo filme da franquia ‘Matrix’. Em entrevista, ela afirmou que o estúdio quer continuar a saga, mas deixou claro que pessoalmente não pretende se envolver em projetos futuros relacionados ao universo da série.
“A Warner Bros. quer fazer um novo filme [da franquia ‘Matrix]. Eles sempre querem fazer outro filme. Pessoalmente, eu não quero mais me envolver […]”
O comentário de Lilly foi apresentado no contexto de discussões sobre um possível ‘Matrix 5’, título que tem sido usado em reportagens sobre a continuação da franquia. A declaração reforça a posição da diretora em não retornar ao comando de um novo longa, mantendo distância criativa apesar do interesse do estúdio em seguir produzindo conteúdos ligados à série.
A trilogia original, dirigida por Lilly e Lana Wachowski, segue sendo referenciada em conversas sobre continuidade e expansão do universo ‘Matrix’. A fala de Lilly, ao mencionar que o estúdio sempre busca fazer novos projetos, aponta para a dinâmica comum entre produtoras e criadores quando se trata de franquias de grande sucesso: a intenção da empresa de desenvolver novas obras e a decisão pessoal dos autores sobre participação.
Ao declarar que não quer se envolver, Lilly indicou uma escolha pessoal sobre seu papel em eventuais produções futuras. A posição dela afeta expectativas sobre quem poderá assumir direção em novos filmes caso o estúdio avance com produções adicionais ambientadas no mesmo universo.
Mesmo com o interesse do estúdio em continuar a franquia, a manifestação da diretora deixou claro que qualquer eventual sequência dificilmente contará com seu retorno na direção. A notícia sobre a recusa de Lilly deve ser considerada dentro do contexto das negociações e decisões criativas que costumam ocorrer entre estúdios e cineastas, sem, no entanto, fechar possibilidades para outras formas de envolvimento que o estúdio ou os criadores possam vir a discutir no futuro.

