Flávio Bolsonaro reagiu às revelações de pagamentos de Roberta Luchsinger a Marco Aurélio Santana Ribeiro, ex-chefe de gabinete de Lula. Ele criticou Lulinha e Lula e pediu investigação sobre a relação com a empresária.
Após as recentes revelações sobre pagamentos realizados pela empresária Roberta Luchsinger ao ex-chefe de gabinete do presidente Lula, Marco Aurélio Santana Ribeiro, o senador Flávio Bolsonaro, candidato à Presidência pelo PL, manifestou-se a respeito das descobertas e criticou Fabio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, e o próprio presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Conforme relatado, Luchsinger, que é amiga de Lulinha, fez pagamentos a Marco Aurélio, que ocupou o cargo de chefe de gabinete durante todo o mandato atual de Lula, até deixar o posto em 21 de julho deste ano. Embora a versão oficial indique que sua saída foi para se juntar à campanha de reeleição de Lula, fontes afirmam que o verdadeiro motivo foi a descoberta desses pagamentos.
Em uma declaração, Marco Aurélio confirmou ter recebido os recursos de Luchsinger, mas negou qualquer irregularidade nas transações. O senador Flávio Bolsonaro, em um vídeo publicado na rede social X na noite de terça-feira, questionou: “Por que ele recebeu esses milhares de reais? De onde veio o dinheiro?”
“Marque aquele seu amigo petista que está em negação e mostre a verdade pra ele”, publicou Flávio em sua postagem.
Além disso, ele fez uma ironia ao mencionar o adversário do PT na corrida presidencial, afirmando: “Deve ser só uma coincidência o Lula ser pai do Lulinha, o mago das finanças e negócios de cannabis.”
A Polícia Federal (PF) investiga a possibilidade de um empresário do setor de tecnologia da Dataprev ter colaborado com Lulinha e o lobista Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, juntamente com Roberta Luchsinger, para estabelecer contratos com o governo federal.
O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), foi designado como relator do pedido da PF para abrir um terceiro inquérito contra Lulinha. Esse pedido está relacionado à suspeita de tráfico de influência de Lulinha no governo federal em benefício de empresas que mantêm parcerias com ele.
Na semana anterior, a PF solicitou e o ministro André Mendonça, também do STF, autorizou a abertura de dois inquéritos contra o filho do presidente Lula, ambos por tráfico de influência e corrupção, sendo um no Ministério da Saúde e outro no Dataprev.
