Itabaiana · terça-feira · 22 de setembro de 2026
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A coluna Fábia Oliveira descobriu que o cantor Caetano Veloso e sua esposa, Paula Lavigne, decidiram recorrer após perder uma ação movida contra a Osklen. O caso não é o único envolvendo as partes e tem como motivo uma turbulenta e controversa campanha publicitária.

No dia 13 de fevereiro, um juiz da 31ª Vara Cível da Comarca da Capital do Rio de Janeiro negou um pedido de danos morais de R$ 100 mil feito pelo casal. Tudo teve início após Caetano e Paula processarem a marca, a acusando de usar a imagem do artista de forma indevida para uma coleção de roupas. À imprensa, a Osklen contou que tentou dialogar com o cantor e tentou oferecer uma doação em nome do músico a uma instituição social. No entanto, Veloso negou a proposta e exigiu R$ 500 mil “in cash”.

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Novidades na história

O casal processou a marca, mas perdeu o caso no mês passado. E a coluna Fábia Oliveira soube detalhes do recurso movido por Caetano Veloso e Paula Lavigne, também sua empresária.

Em uma apelação, recurso que sucedeu sua derrota judicial, os dois disseram que o juiz parece não ter entendido os fatos apresentados. O casal afirmou que o grande problema do caso é que a Osklen mentiu em sua manifestação à imprensa. No documento, a marca é acusada de sugerir, em sua fala, que a dupla pretendia sonegar um valor de meio milhão de reais.

Segundo Caetano e Paula, ao afirmar que o valor foi exigido em espécie, a Osklen indicou uma intenção de sonegação e agiu de modo difamatório, injurioso e calunioso. Esse motivo seria o suficiente para tornar reprovável o pronunciamento da marca.

Ainda no documento, Caetano Veloso disse que a manifestação da Osklen foi pensada para minar sua credibilidade junto à sociedade pouco tempo após ele a processa-la pela campanha. O pronunciamento da marca seria, então, um instrumento para controlar a opinião pública e tornar o caso mais dificultoso para o artista.

Em outro momento, Caetano e Paula Lavigne caracterizam a mensagem da Osklen como uma fake News. Além disso, ambos negam que os fatos tenham ocorrido como narrou a marca.

No recurso, a dupla voltou a pedir R$ 100 mil de indenização, além de uma retratação da marca.

Imagem: Fernando Young/Divulgação

Por Metropoles

DEYVIDE PORTINALLY JORNALISTA
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