O vocalista do Iron Maiden, Bruce Dickinson, confirmou que não atua mais como piloto de linha aérea. Em conversa com o empresário e apresentador Rishi Davda, o músico explicou que a decisão foi motivada pelas regras internacionais que, na prática, afastam pilotos a partir dos 65 anos.
“Eles tiram a maior parte dos seus brinquedos quando você passa dos 65”, disse Dickinson, de forma bem-humorada, durante a entrevista. O cantor completou a idade-limite pouco depois do período mais crítico da pandemia de COVID-19, momento em que já conciliava cada vez menos a cabine de comando com os palcos.
Carreira dupla por 15 anos
Dickinson obteve licença de piloto na década de 1990 e trabalhou profissionalmente por cerca de 15 anos, chegando a exercer jornada integral na Astraeus Airlines. Para cumprir turnês do Iron Maiden, o artista pedia licenças não remuneradas. Nas excursões da banda, ele ficou famoso por conduzir o Ed Force One, jato que transportava equipe, equipamentos e integrantes.
Iron Maiden volta ao Brasil em outubro
Mesmo longe dos manchetes aéreas, Dickinson segue à frente do Iron Maiden, que desembarca no Brasil em 25 de outubro para a turnê comemorativa Run For Your Lives, alusiva aos 50 anos do grupo. O show único ocorre no Allianz Parque, em São Paulo, com abertura do Alter Bridge.
O repertório da excursão prioriza os nove primeiros álbuns da banda, incluindo clássicos como “The Trooper”, “Fear of the Dark” e “Run to the Hills”. A série de apresentações marca ainda a estreia do baterista Simon Dawson na formação oficial.
Com informações de Tenho Mais Discos Que Amigos!
