A professora Elisflávia Rodrigues deu à luz a primeira filha, Olívia, após antecipar o parto para iniciar o tratamento de um câncer em estágio avançado. O nascimento ocorreu em 6 de abril, em Goiânia, e exigiu acompanhamento médico intenso durante toda a gestação.
Diagnóstico durante a gravidez
O câncer foi identificado quando Elisflávia já estava grávida. Exames apontaram comprometimento de várias regiões do corpo, o que levou a equipe a intensificar o monitoramento tanto da mãe quanto da bebê.
Decisão de antecipar o parto
Com a piora progressiva do quadro clínico, a equipe optou pela antecipação. Segundo o obstetra Clayton de Souza, foram realizados procedimentos paliativos, como paracentese, para drenar líquido do abdômen e proporcionar conforto temporário. “Essa repetição e a piora do estado geral fizeram a equipe considerar a antecipação”, explicou.
Nascimento prematuro
Olívia veio ao mundo com 31 semanas e cinco dias, pesando cerca de 2 quilos. Por ser prematura, foi encaminhada à Unidade de Terapia Intensiva (UTI) neonatal, medida padrão para bebês nascidos antes de 37 semanas. A avaliação inicial indicou boas condições clínicas dentro do esperado para a idade gestacional.
Início do tratamento oncológico
Com o parto concluído, Elisflávia iniciou imediatamente o tratamento contra o câncer. O diretor do hospital, Wesley Medeiros, destacou a importância da decisão: “Esse acolhimento e cuidado com a vida fazem diferença para todos”.
Apoio da família
O marido da professora, Laio Vinicius Santana Guimarães, acompanha cada etapa do processo. “Eu só quero a cura completa da Elisflávia”, afirmou.
Em entrevista à TV Anhanguera, a mãe resumiu o significado da filha neste momento difícil: “A Olívia veio para me trazer mais paz”.
Fonte: Só Notícia Boa
