O atacante do Bahia sofreu um estiramento na adutora esquerda e terá nova pausa. Ele vinha com espaço reduzido e, após o erro na eliminação para o O’Higgins, tentava recuperar a vaga de titular com Rogério Ceni.
Ademir vive em 2026 sua temporada mais difícil com a camisa do Bahia. O atacante, que já vinha com participação reduzida, agora trata um estiramento no músculo adutor da perna esquerda — justamente quando parecia retomar a titularidade sob o comando de Rogério Ceni.
Desde que chegou ao clube, em 2023, Ademir teve seu melhor momento na temporada passada, como titular na ponta-direita, com seis gols e 14 assistências. Neste ano, a situação mudou, sobretudo após o erro decisivo na eliminação para o O’Higgins, do Chile, pela Libertadores, em fevereiro.
Na atual temporada, o atacante soma 30 jogos, 15 deles como titular. Nos outros 15, entrou no decorrer das partidas, perdendo espaço para Kike Olivera, Mateo Sanabria e Erick Pulga. Foram 17 jogos sem participação direta em gols, sequência encerrada com uma assistência na virada sobre o Botafogo.
Depois disso, ele foi titular em cinco partidas da Série A e marcou contra o Atlético-MG, encerrando um jejum de 25 jogos sem gol. A lesão sofrida diante do Vasco, no último domingo, porém, deve afastá-lo por algumas semanas, com retorno previsto para o início de setembro, no jogo contra o Bragantino.
Sem Ademir, o Bahia enfrenta a Chapecoense neste domingo, às 11h (de Brasília), pela 23ª rodada do Campeonato Brasileiro. Rogério Ceni deve escalar Kauê Furquim, único outro ponta canhoto do elenco. Kike Olivera, Mateo Sanabria, Erick Pulga e Ruan Pablo são as demais opções para o setor.
