Itabaiana · quarta-feira · 07 de outubro de 2026
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A escolha entre investir em ações ou fundos de investimento imobiliários (FIIs) depende de diversos fatores, como o perfil do investidor, o tempo disponível para acompanhar o investimento e os objetivos financeiros.

Em geral, as ações são indicadas para aqueles que possuem maior tolerância a riscos e buscam um potencial de valorização a longo prazo. Já os FIIs oferecem uma renda passiva mensal mais previsível, já que os rendimentos são pagos na forma de dividendos.

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É importante entender as diferenças entre ações e fundos imobiliários. As ações representam frações de empresas, conhecidas como papéis, que são negociadas na bolsa de valores. Ao comprar uma ação, o investidor se torna acionista e pode obter retornos através de dividendos, juros sobre capital próprio (JCP) ou pela venda das ações a um preço superior ao de compra.

“As ações são para investidores que podem dedicar tempo para acompanhar o mercado financeiro. Além disso, nem sempre o retorno é interessante, dado o nível de risco mais alto do que o da renda fixa”, explica Eduardo Menicucci, professor de finanças na Fundação Dom Cabral (FDC).

Embora as ações tenham alta liquidez, os especialistas recomendam que as estratégias de investimento sejam voltadas para retiradas no médio e longo prazo, a fim de proteger o patrimônio contra variações bruscas de valor. O principal risco associado às ações é a volatilidade, que pode resultar em perdas financeiras devido a fatores como oferta e demanda, condições macroeconômicas, microeconômicas e eventos políticos.

Por outro lado, os FIIs permitem que os investidores ganhem exposição ao mercado imobiliário sem precisar adquirir propriedades diretamente. Esses fundos são uma modalidade de renda variável que proporciona dividendos mensais. Cada cota do fundo representa uma fração dos rendimentos gerados, como aluguéis.

“São investimentos interessantes quando pensamos no Brasil. Como pagam dividendos todos os meses, aumenta a rentabilidade final do investidor, já que tem uma relativa segurança, por se tratar de imóveis”, comenta Menicucci.

Os principais tipos de FIIs incluem: fundos de tijolo, que investem diretamente em imóveis físicos; fundos de papel, que aplicam em títulos de dívida ligados ao setor imobiliário; fundos de fundos, que investem em cotas de outros FIIs, e fundos híbridos, que combinam diferentes ativos imobiliários.

Ao investir em renda variável, é crucial estar ciente das variáveis que fogem do controle, como fraudes. Menicucci aconselha a dedicar tempo para aprender práticas de investimento e conceitos essenciais, como o stop loss, que permite limitar as perdas em operações de renda variável.

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Jornalista da Itabaiana FM 93.1 — trazendo as notícias de Sergipe para você.

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