A cantora Bonnie Tyler compartilhou seus sentimentos sobre a carreira e o desejo de voltar aos palcos em sua última entrevista televisionada, realizada antes de seu falecimento, aos 75 anos, na última quarta-feira (8). Ela faleceu devido a complicações de uma cirurgia intestinal de emergência em Portugal.
Conhecida pela icônica música “Total Eclipse of the Heart”, Bonnie, cujo nome verdadeiro era Gaynor Hopkins, participou do programa britânico Lorraine em fevereiro. Durante a conversa com a apresentadora Lorraine Kelly, a artista refletiu sobre sua carreira que se estendeu por mais de cinco décadas.
Na ocasião, Bonnie comentou sobre sua série de shows que passariam por várias cidades do Reino Unido, como Manchester, Londres e Cardiff, e deixou claro que não tinha intenção de se aposentar. Quando questionada sobre a possibilidade de diminuir o ritmo, ela respondeu:
“Eu frequentemente digo que no próximo ano vou diminuir o ritmo… mas eu amo o que faço.”
As palavras da cantora mostram seu amor pela música e pela companhia dos membros de sua banda. Ela destacou:
“Amo o que faço. Os meninos [da banda] são ótimos companheiros na estrada. Também temos uma experiência incrível no palco. Você sabe, nos divertimos para valer. Eu conto muitas histórias entre as músicas… sobre o que elas significam e tudo mais. Tive uma vida maravilhosa.”
A notícia de sua morte foi divulgada por meio de um comunicado em seu site oficial. O texto expressava a dor da família e da equipe de Bonnie, que informou que ela faleceu inesperadamente no hospital em Portugal, em decorrência da doença que enfrentava. O comunicado pedia privacidade para a família neste momento difícil.
Bonnie havia se submetido a uma cirurgia em 6 de maio, que inicialmente foi considerada bem-sucedida. O site oficial da artista revelou:
“Lamentamos informar que Bonnie foi internada em Faro, Portugal, onde tem residência, para uma cirurgia intestinal de emergência. A operação correu bem e ela está agora em recuperação.”
No dia seguinte, os médicos confirmaram que a cantora tinha sido colocada em coma induzido como parte do tratamento. A artista deixa seu marido, Robert Sullivan, com quem foi casada por mais de 50 anos.
