Após ser alvo de críticas por lançar um “reality dos empregados” e desativar suas redes sociais, Viih Tube, de 25 anos, voltou ao Instagram nesta segunda-feira (6). Em meio a publicações de patrocinadores, a ex-BBB compartilhou boas notícias sobre a saúde de seu filho caçula, Ravi, que tem 1 ano, fruto de sua relação com Eliezer, de 36 anos. O casal também é pai de Lua, de 3 anos.
Viih escreveu:
“Venho compartilhar com vocês que nosso filho está curado da APLV. Sexta-feira foi o último dia da última etapa do TPO (teste de provocação oral) dele. Oficialmente, ele está tomando o mesmo leite que a irmã”.
Ravi, logo após seu nascimento, foi internado na UTI devido a um quadro grave de enterocolite, uma inflamação no intestino delgado e cólon. A condição de saúde se agravou quando foi diagnosticado com APLV (Alergia à Proteína do Leite de Vaca). Essa alergia, que afeta cerca de 1% de bebês e crianças de até dois anos, pode causar sérios problemas gastrointestinais e até urticária. Se não tratada, em casos severos, pode levar a um choque anafilático.
Após quase uma semana em tratamento, os médicos levantaram a suspeita de APLV. Naquele momento, o casal expressou seu desespero diante da incerteza sobre a saúde do filho. Desde então, a família passou por diversos tratamentos e adaptações alimentares para que Ravi pudesse se curar.
Na mesma publicação, Viih também agradeceu ao público pelas orações recebidas e desejou que as “preces voltassem em dobro” para todos os seguidores.
Recentemente, Viih Tube e Eliezer chamaram a atenção nas redes sociais após lançarem o reality show “As Patroas”. A produção foi criada para promover dinâmicas com os funcionários, que passaram a concorrer a prêmios em dinheiro que variavam de R$ 1 mil a R$ 3 mil.
Entretanto, a ideia não foi bem recebida pelos internautas e gerou uma investigação do MPT (Ministério Público do Trabalho) em São Paulo. O TST (Tribunal Superior do Trabalho) também se manifestou contra a exposição de empregados, alertando que situações vexatórias podem ser consideradas assédio moral e violação de direitos.
A dupla tentou justificar que a ação tinha como objetivo “causar” e fomentar discussões sobre a pauta do fim da escala 6×1. O caso ainda está sendo analisado pela justiça e continua repercutindo de forma negativa nas redes sociais.

