Itabaiana · sábado · 03 de outubro de 2026
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O Brasil está eliminado da Copa do Mundo 2026. Após a derrota por 2 a 1 para a Noruega, a seleção comandada por Carlo Ancelotti volta para casa mais cedo, com muito a reconstruir visando a próxima edição do torneio em 2030.

Bruno Rodrigues, repórter nos Estados Unidos, analisa o resultado e destaca que o ciclo problemático da seleção foi um dos principais fatores para a eliminação. Segundo ele, “Não surpreende, o Brasil vem tendo dificuldades para chegar às fases mais agudas da Copa do Mundo”. O jornalista aponta que a troca frequente de técnicos foi um erro crucial: “O ciclo foi muito problemático. Carlo Ancelotti foi o quarto técnico do ciclo, quase um para cada ano. Não há seleção que sobreviva a tantas trocas de treinador e erros cometidos em trocas de treinadores”.

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Rodrigues também menciona que as escolhas da CBF antes da contratação de Ancelotti se mostraram equivocadas, e expressa esperança na continuidade do trabalho do treinador: “Um técnico de renome, um excelente nome, que vai comandar o Brasil, a princípio, pelos próximos quatro anos. O torcedor brasileiro espera que seja só Carlo Ancelotti. Que ele tenha começado esse trabalho e consiga estender até 2030”.

Além disso, o jornalista lista outros fatores que contribuíram para a queda precoce da seleção, que teve a pior campanha em Copas desde 1990. Ele observa que “um ciclo acidentado” e a falta de uma equipe coesa foram problemas significativos. Rodrigues destaca que jogadores como Vinícius, Raphinha e Rodrygo, que atuam na elite do futebol europeu, não conseguiram assumir responsabilidades na seleção.

“Desta conta retiro Vini, porque no momento que esperamos que ele assumisse a responsabilidade, ele assumiu”.

Ancelotti, que já havia renovado com a seleção até a Copa de 2030, é visto como uma esperança para o futuro. Samir Xaud, presidente da CBF, afirmou que essa decisão visava “oferecer à Seleção uma estrutura moderna e competitiva”. Rodrigues considera essa renovação essencial para o próximo ciclo, que começará com as próximas Eliminatórias Sul-Americanas.

“A gente sabe que é um treinador muito capaz. Há material humano. É preciso uma renovação, especialmente em alguns setores como as laterais, que ele não conseguiu achar nomes de peso para esta convocação. E aguardar a continuidade do trabalho de Ancelotti à frente da seleção”.

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