A Inglaterra se prepara para enfrentar o México, hoje, em uma partida válida pelas oitavas de final da Copa do Mundo. O jogo ocorrerá no Estádio Azteca, na Cidade do México, que está situado a aproximadamente 2.240 metros acima do nível do mar. De acordo com a imprensa inglesa, o time comandado por Thomas Tuchel pode considerar o uso de um auxílio extra na preparação para a partida: o viagra.
Este medicamento, originalmente utilizado para tratar hipertensão arterial e conhecido pelo seu uso em casos de disfunção erétil, possui o sildenafil como princípio ativo. Essa substância atua como um vasodilatador, relaxando a musculatura dos vasos sanguíneos e facilitando o fluxo sanguíneo em áreas específicas do corpo. Essa ação pode ser benéfica para lidar com os efeitos da altitude, que incluem dores de cabeça, falta de ar, fadiga, tontura e náuseas.
A questão do uso do medicamento gerou discussão entre veículos britânicos, como o talkSPORT e o The Sun, que começaram a avaliar a possibilidade de que a delegação inglesa utilize o viagra durante o torneio. A Agência Mundial Antidoping (WADA) não classifica o sildenafil como uma substância proibida, porém, até o momento, não há confirmação pública da Football Association (FA) sobre a intenção de fazer uso do medicamento.
O técnico Thomas Tuchel abordou as dificuldades relacionadas à altitude do estádio mexicano, afirmando: “É uma grande desvantagem. Não há muito o que fazer. Talvez chegar mais cedo ajudasse, mas o calendário não permite”.
Historicamente, o México já jogou nove vezes no Estádio Azteca durante Copas do Mundo, nos anos de 1970, 1986 e 2026, apresentando um retrospecto impressionante de sete vitórias, dois empates e nenhuma derrota. Neste período, a seleção mexicana marcou 16 gols e sofreu apenas dois, resultando em um aproveitamento de 85% dos pontos disputados.
A partida entre México e Inglaterra está programada para começar às 21h (horário de Brasília). O vencedor deste duelo enfrentará o vencedor do jogo entre Brasil e Noruega nas próximas fases do torneio.




