A fase de grupos da Copa do Mundo 2026 está se aproximando do fim, e o Brasil, líder do Grupo C, já conhece seu adversário no primeiro desafio do mata-mata: o Japão, que terminou na segunda colocação do Grupo F.
As seleções têm uma relação de proximidade, muito influenciada por um dos maiores ídolos da história da Seleção Brasileira, Zico. Além dele, outros técnicos e jogadores brasileiros contribuíram para o desenvolvimento do futebol japonês, estabelecendo o Brasil como uma referência no esporte.
No ranking da FIFA, o Brasil ocupa a 5ª posição, enquanto o Japão está em 17º lugar. Historicamente, as duas seleções se enfrentaram 16 vezes: o Brasil venceu 13, houve 2 empates e apenas uma derrota, no jogo mais recente, sob o comando de Carlo Ancelotti.
Naquela partida, o Brasil começou bem, abrindo 2 a 0 com gols de Paulo Henrique e Gabriel Martinelli, mas acabou perdendo de virada por 3 a 2 no Ajinomoto Stadium, em Tóquio. Os gols da virada foram marcados por Minamino, Fabrício Bruno (contra) e Ueda.
Antes dessa derrota, a Seleção Brasileira possuía um histórico imbatível contra o Japão. A primeira partida ocorreu em 23 de julho de 1989, no Maracanã, onde um jovem Taffarel defendia o gol. Na época, o futebol japonês ainda buscava seu espaço, que seria consolidado nos anos 90.
Nos anos seguintes, o Brasil manteve sua supremacia em amistosos, vencendo por 3 a 0 e 5 a 1 em 1995, 3 a 0 em 1997 e 2 a 0 em 1999. Os únicos empates aconteceram nas Copas das Confederações de 2001 e 2005, com resultados de 0 a 0 e 2 a 2, respectivamente.
A primeira vez que as seleções se enfrentaram em uma Copa do Mundo foi em 2006, onde o Brasil venceu por 4 a 1, com destaque para dois gols de Ronaldo. Desde então, o Japão tem buscado melhorar seu desempenho, sonhando em superar as oitavas de final, fase onde foi eliminado em 2002, 2010, 2018 e 2022.
O Japão chega para esta Copa do Mundo com confiança, após uma excelente campanha nas Eliminatórias Asiáticas, contabilizando 13 vitórias, 2 empates e 1 derrota. A torcida japonesa espera um bom desempenho e, quem sabe, uma nova história a ser escrita contra o Brasil.
