Os familiares de Maria Eduarda, 21 anos, morta ao ser arremessada de ponte sem corda de segurança, romperam o silêncio. Em nota, a família expressou dor e cobrou responsabilização pelo acidente.
A família de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, se pronunciou pela primeira vez após o falecimento da jovem. Maria Eduarda perdeu a vida em 13 de junho, durante a prática de rope jump, quando foi arremessada da Ponte do Esqueleto, localizada na divisa entre Limeira e Cordeirópolis, em São Paulo, sem corda de segurança.
No comunicado, os familiares expressaram sua dor e lamentaram a tragédia, pedindo por justiça.
.“É com uma dor imensurável e o coração desolado que a Família Rodrigues se dirige ao público neste momento tão difícil, após a trágica e prematura perda de nossa querida Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, carinhosamente conhecida como Duda, aos 21 anos. Sua partida abrupta interrompe uma vida cheia de planos e sonhos, deixando uma ausência profunda em todos nós que a amamos”
A nota também destacou o perfil da jovem, que era formada em Nutrição Esportiva e cursava Educação Física.
.“Desde pequena, Duda se destacava por sua alegria, seu bom humor e sua energia contagiante. Recordamos com carinho de cada momento e de nosso empenho em vê-la feliz. Ela era uma jovem dedicada e estudiosa, com uma trajetória exemplar. Com formação em Nutrição Esportiva, estava cursando Educação Física e tinha previsão de concluir a graduação em 2027. Sua paixão pela área se refletia em seu trabalho como recepcionista e estagiária em uma academia da nossa cidade”
A família solicitou que o caso seja investigado com rigor, buscando justiça e responsabilização para os envolvidos.
.“Neste momento de luto, a Família Rodrigues, acompanhada por sua assessoria jurídica, busca por justiça. É fundamental que todas as responsabilidades sejam apuradas com rigor e que todos os envolvidos sejam devidamente responsabilizados por suas ações e omissões. Confiamos na atuação diligente da Polícia Civil e do sistema Judiciário para que os fatos sejam plenamente esclarecidos e que a memória de nossa Duda seja honrada com a busca pela justiça. Desejamos, acima de tudo, que a elucidação deste caso sirva de alerta para que situações como esta não se repitam, protegendo assim a vida de outros jovens”
Além disso, a família agradeceu o apoio e o carinho recebidos, pedindo privacidade nesse momento difícil.




