A polícia prendeu seis suspeitos pela morte de Maria Eduarda, 21 anos, que caiu de uma ponte durante salto de rope jump em SP. A jovem não estava conectada às cordas de segurança.
A investigação sobre a morte trágica de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, em um salto de rope jump, teve novas atualizações neste fim de semana. A Polícia Civil de Limeira (SP) confirmou a prisão de mais três suspeitos envolvidos no incidente que resultou na morte da jovem, que caiu de uma ponte sem estar conectada às cordas de segurança.
A operação para prender os novos alvos foi realizada tanto no interior de São Paulo, onde dois dos suspeitos foram localizados, quanto no Rio de Janeiro, onde a terceira prisão ocorreu. A delegada Andrea Levy, que está à frente do caso, confirmou que os mandados foram cumpridos, mas ainda não detalhou a participação de cada um na tragédia.
Um familiar de um dos jovens presos revelou que o sobrinho trabalhava na base da ponte, ajudando a soltar aqueles que finalizavam o salto.
Um aspecto que continua a intrigar as autoridades é o desaparecimento da câmera 360 graus que Maria Eduarda segurava no momento da queda. O equipamento desapareceu e ainda não foi encontrado pelas equipes de busca.
Com essa nova fase da investigação, o total de presos sobe para seis. Os três indivíduos diretamente responsáveis pelo lançamento de Maria Eduarda no último sábado (13/6) – Luis Felipe Feliciano Egoroff, Maicon Fernandes Cintra e Vitor de Freitas Gonçalves – permanecem detidos, pois a Justiça negou o pedido de habeas corpus. Eles foram autuados por homicídio com dolo eventual, o que significa que assumiram o risco de causar a morte.
A tragédia gerou grande comoção e discussões sobre a segurança em atividades de aventura, especialmente em situações que envolvem riscos extremos. O caso está sendo acompanhado de perto pela sociedade, que aguarda esclarecimentos sobre as circunstâncias que levaram a essa fatalidade.


