Itabaiana · quinta-feira · 24 de setembro de 2026
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Nesta sexta (19), às 21h30, Brasil e Haiti se enfrentam pela primeira vez em um Mundial. Os haitianos voltam à Copa após 50 anos e ainda buscam sua primeira vitória na história do torneio.

A seleção do Haiti, que não participava de uma Copa do Mundo desde 1974, se prepara para encarar o Brasil pela quarta vez na história, sendo esta a primeira vez que o confronto acontece em um Mundial. A partida ocorrerá nesta sexta-feira (19), às 21h30 (horário de Brasília), no Lincoln Financial Field, na Filadélfia, EUA.

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Os haitianos têm um histórico desafiador no torneio, já que nunca venceram uma partida na Copa do Mundo. Curiosamente, todos os gols marcados pela seleção no evento foram feitos por um único jogador ao longo de sua participação na competição.

Atualmente, na sua segunda participação em Copas do Mundo, a seleção do Haiti acumula quatro jogos e quatro derrotas. Ao todo, a equipe sofreu 15 gols e conseguiu balançar as redes apenas duas vezes. Na sua estreia, em 1974, no torneio realizado na Alemanha, a equipe enfrentou adversários de peso e não conseguiu resistir: perdeu por 3 a 1 para a Itália, foi goleada por 7 a 0 pela Polônia e superada por 4 a 1 pela Argentina. Assim, o tabu de vitórias permanece até a atual edição do campeonato.

Um fato histórico para o Haiti ocorreu durante sua participação em 1974, quando o atacante Emmanuel Sanon marcou o gol de honra na derrota por 3 a 1 contra a Itália. Esse momento foi marcante, pois Sanon quebrou uma sequência invicta do famoso goleiro Dino Zoff, que estava há mais de 1.100 minutos sem sofrer gols pela seleção italiana.

O técnico da seleção haitiana, Sébastien Migné, está ciente do favoritismo do Brasil e busca utilizar o fator surpresa a seu favor. Ele acredita que a participação na Copa é uma oportunidade de reescrever a história do futebol haitiano após 52 anos sem vencer. Migné ressaltou a importância de elevar o nível da equipe: “Se quisermos fazer história e conquistar nossa primeira vitória, precisamos marcar gols, independentemente do adversário”, afirmou em coletiva.

O treinador também destacou que a precisão ofensiva será a chave para que o Haiti consiga competir contra potências da chave. “Espero que possamos ser uma das surpresas do torneio. No final, há um perdedor e um vencedor. Se quisermos vencer, precisamos marcar gols”, completou Migné.

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Jornalista da Itabaiana FM 93.1 — trazendo as notícias de Sergipe para você.

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