A Justiça do Rio de Janeiro concedeu uma medida protetiva à atriz Alanis Guillen, 26, contra a ex-namorada, a produtora Giovanna Reis. A decisão, assinada na última quarta-feira (29/4), baseia-se na Lei Maria da Penha e enquadra o caso como violência psicológica, perseguição e constrangimento.
Nos autos, Alanis declarou que o relacionamento de cinco anos chegou ao fim em março deste ano. Desde então, segundo o processo, Giovanna teria insistido em manter contato frequente, feito ameaças de divulgar detalhes da vida pessoal da atriz e até abordado colegas de elenco da novela Três Graças, da TV Globo, num suposto ato de intimidação.
A artista anexou mensagens, registros e depoimentos para sustentar as acusações. Para a juíza responsável, “a reiteração das condutas descritas indica risco concreto de agravamento da situação, com potencial lesão à integridade psicológica, à privacidade e à tranquilidade da requerente”.
Término marcado por polêmica
A separação do casal ganhou repercussão depois que internautas resgataram publicações antigas atribuídas a Giovanna em uma conta no X (antigo Twitter). Os posts traziam conteúdos considerados racistas, homofóbicos, transfóbicos e gordofóbicos. Na época, Alanis usou as redes sociais para repudiar discursos de ódio, sem citar nominalmente a ex-parceira.
Com a medida protetiva em vigor, Giovanna Reis deve manter distância e está proibida de qualquer tipo de contato com Alanis Guillen.
