O ator Juliano Cazarré acusou o humorista Fábio Porchat de homofobia após a publicação de um vídeo que ironiza o evento “O farol e a forja”. A declaração foi feita durante uma transmissão ao vivo nesta quinta-feira, 30 de abril de 2026.
Críticas de colegas e reação nas redes
Anunciado recentemente, o projeto de Cazarré passou a ser questionado por atrizes como Claudia Abreu, Marjorie Estiano, Elisa Lucinda e Julia Lemmertz, que apontaram incoerências entre a proposta e debates sobre desigualdade de gênero e violência contra mulheres.
Acusação contra Porchat
Durante a live, Cazarré afirmou que o vídeo de Porchat sugere que ser homossexual seria motivo de chacota. “A suposta graça do vídeo é falar que eu sou gay, como se isso fosse uma ofensa. O homofóbico é ele, não eu”, disse o ator.
Ele também relembrou um episódio em que, segundo ele, o influenciador Felipe Neto fez a mesma insinuação quando Cazarré foi alvo de cancelamento nas redes sociais.
Contestação a ataques virtuais
Cazarré comentou ainda sobre mensagens recebidas em seus perfis. “Quem são os fanáticos? Os fanáticos são os que entram no meu perfil para me xingar. Nunca entrei no perfil de ninguém para xingar ninguém na minha vida”, declarou.
Citação a Paulo Betti
O ator mencionou o colega Paulo Betti ao recordar um debate anterior entre os dois. Segundo Cazarré, Betti “perdeu a linha” durante a discussão porque “nunca tinha debatido com uma pessoa tão preparada, em política e economia”.
Sobre o evento “O farol e a forja”
Ao falar novamente do projeto, o artista negou que se trate de um curso para “ensinar masculinidade”. “É um evento com vários palestrantes para tratar de diversos assuntos”, explicou. De forma irônica, acrescentou que “ofereceria de graça” um curso para Porchat e outro para Marcelo Adnet caso fosse possível “ensinar alguém a ser homem”.
O evento ainda não teve detalhes de programação ou participantes confirmados divulgados publicamente.
