Itabaiana · quinta-feira · 17 de setembro de 2026
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Roberto Carlos chegou aos 85 anos neste domingo (19/4), mantendo o posto de um dos artistas mais longevos e populares da música brasileira. A trajetória iniciada no fim da década de 1950 reúne passagens pelo rock, soul, MPB e gospel, além de parcerias com nomes como Zeca Pagodinho, Chitãozinho & Xororó, Marisa Monte e Anitta.

Anos 1960 – A era da Jovem Guarda

No início dos anos 1960, Roberto Carlos despontou como símbolo de rebeldia juvenil ao lado de Jovem Guarda (1963-1968). O período consolidou o cantor como um dos maiores ídolos do país, dividindo espaço com diversos expoentes da música popular brasileira.

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Anos 1970 – Transição para o romantismo e estreia dos especiais

Durante a década de 1970, o artista migrou para um repertório mais maduro e romântico. Em 1973, adotou definitivamente esse estilo e, em 1974, levou ao ar na TV Globo o primeiro “Especial de Fim de Ano”, programa que se tornaria tradição anual.

Anos 1980 – Sucessos nas paradas e estilo descontraído

Os anos 1980 garantiram a Roberto Carlos posição constante nas paradas de sucesso, impulsionado pelo 20º álbum de estúdio e por faixas como “Emoções”, lançada no período. Em 1988, o especial gravado em Nova York marcou a fase, que também apresentou o cantor com visual mais informal.

Anos 1990 – Aproximação com o público religioso

A partir dos anos 1990, o intérprete intensificou a temática espiritual em seu repertório, difundindo canções como “Jesus Cristo”, “Nossa Senhora” e “Quando Eu Quero Falar com Deus”. Programas de TV e participações em eventos beneficentes, como o Criança Esperança, reforçaram essa fase.

Depois da virada do século – Consagração definitiva

Nos anos 2000, Roberto Carlos consolidou o título de “Rei” da música brasileira. A comemoração pelos 50 anos de carreira rendeu homenagens e registros históricos, enquanto o gesto de lançar rosas ao público transformou-se em momento aguardado nos shows. O período também reuniu encontros com figuras como Rita Lee (2008), Hebe Camargo, Erasmo Carlos (2019) e Zeca Pagodinho (2024).

Ao longo de mais de seis décadas, a evolução visual e artística de Roberto Carlos reflete mudanças culturais no Brasil, sem comprometer o sucesso que o acompanha desde os primeiros acordes.

Com informações de Metrópoles

DEYVIDE PORTINALLY JORNALISTA
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Jornalista da Itabaiana FM 93.1 — trazendo as notícias de Sergipe para você.

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