Médica veterinária e policial federal de 46 anos lutava contra um colangiocarcinoma; cantor cancelou agenda de espetáculos e desabafou: “A dor mais profunda”.
O mundo da música sertaneja está em luto. A morte de Lorena Alves Batista, de 46 anos, filha do cantor Amado Batista, ocorrida na última sexta-feira (13) em Goiânia, teve novos detalhes revelados pela família. A herdeira do artista faleceu após uma batalha intensa contra um colangiocarcinoma, um tipo de cancro raro e altamente agressivo que atinge as vias biliares.
Segundo informações partilhadas pelo programa Fofocalizando, o diagnóstico foi realizado no ano passado. Apesar do tratamento intensivo, o quadro evoluiu severamente nos últimos meses, provocando metástases no fígado e levando à falência múltipla de órgãos.
Trajetória e Legado
Lorena não era apenas a filha de um dos maiores ídolos do Brasil; ela construiu uma carreira sólida e diversa. Além de atuar como médica veterinária, era também policial federal. Apaixonada por música, como o pai, Lorena deixa um filho de apenas 3 anos.
O Desabafo de Amado Batista
Visivelmente abalado, Amado Batista utilizou as suas redes sociais para prestar uma última homenagem à filha, descrevendo o momento como a “dor mais profunda” da sua vida. O cantor, que sempre foi muito ligado à família, recebeu uma onda de solidariedade de fãs e colegas de profissão, como Leonardo e Zezé Di Camargo.
Devido ao período de luto, a assessoria do artista confirmou o adiamento de diversos concertos que estavam agendados para cidades do interior de São Paulo nesta semana. Novas datas deverão ser anunciadas em breve, assim que o cantor tiver condições de retomar as suas atividades profissionais.
Sobre a Doença
O colangiocarcinoma é um tumor que se desenvolve nos ductos que transportam a bile. Por ser uma doença silenciosa em estágios iniciais, o diagnóstico costuma ocorrer quando o cancro já está avançado, o que torna o tratamento extremamente desafiador e justifica a agressividade relatada pela família no caso de Lorena.