Itabaiana · quarta-feira · 23 de setembro de 2026
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A coluna Fábia Oliveira descobriu que Val Marchiori acaba de encarar uma grande perda em uma ação judicial. O caso iniciado pelo Banco Bradesco já havia sido comentado por esta humilde colunista e agora terminou com a ex-Mulheres Ricas condenada a pagar um valor milionário.

O que aconteceu?

Valdirene, nome de batismo da famosa, foi condenada a pagar R$ 2.621.047,07 à instituição bancária em decisão do dia 30 de junho. Antes da sentença, a loira havia formulado uma proposta de acordo em R$ 15 mil, que foi negada pelo banco.

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Em sua decisão, a juíza disse que a ação já se encontrava apta a julgamento, uma vez que as provas documentais eram o bastante. Os documentos do caso, segundo ela, foram suficientes para demonstrar a origem da dívida de Val Marchiori e como se chegou ao valor hoje cobrado.

A sentença diz, claramente, que a famosa não apresentou qualquer prova de que o direito do banco de fazer a cobrança estava extinto ou impedido. Val, nesse contexto, é acusada de apenas negar a dívida de forma genérica, sem apresentar grandes elementos de convencimento.

A juíza também afastou questionamentos sobre a abusividade nos juros cobrados pelo banco referentes ao cartão de crédito de Marchiori. Ela disse que as taxas não são diferentes da média praticada no mercado para a época em que surgiram. Afastou, ainda, qualquer tentativa do Bradesco de enriquecer indevidamente às custas de Val.

Apontando a razão da instituição e a atuação pouco exitosa da socialite no caso, a decisão do dia 30 de junho se soma a outras desfavoráveis à Val Marchiori.

Relembre o caso

Val Marchiori foi processada pela instituição financeira por conta de uma dívida de cartão de crédito de mais de R$ 2,6 milhões. Em abril deste ano, a empresária questionou por completo a ação em que figura como ré e afirmou que o Bradesco não esclareceu quais faturas não pagas deram início à cobrança em seu nome.

Val Marchiori ainda acusou a instituição de não esclarecer como a suposta dívida foi calculada e não apresentar o contrato que ampara a cobrança. A falta de documentos, inclusive, tornaria o próprio trabalho da defesa um desafio, segundo ela.

Em resposta, o banco afirmou que hoje em dia o simples desbloqueio de um cartão de crédito já dispensa a assinatura de qualquer documento escrito. Ao apresentar documentos que comprovam o consumo do crédito, portanto, o Bradesco já teria esculpido para a juíza a relação jurídica com Val Marchiori.

Além disso, o Bradesco disse ter juntado ao processo todo o material que respalda o valor final que tem sido cobrado de Val. O banco insistiu que o caso já pode ser julgado antecipadamente, sem precisar de novas provas, uma vez que o seu direito já estaria evidente.

A empresária e ex-participante do reality da Band Mulheres Ricas pediu a produção de uma perícia no caso para apurar a existência de encargos abusivos na cobrança, com enfoque em juros e taxas. Em paralelo, disse ter interesse em realizar uma conciliação com o banco e tentou fazer um acordo para pagar R$ 15 mil, parcelados em R$ 1,5 mil.

DEYVIDE PORTINALLY JORNALISTA
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DEYVIDE PORTINALLY JORNALISTA

Jornalista da Itabaiana FM 93.1 — trazendo as notícias de Sergipe para você.

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