O jogador morreu nesta terça-feira em Esteio, aos 46 anos. Revelado nas categorias de base do Grêmio, disputou 113 partidas pelo clube, marcou cinco gols e venceu Copa do Brasil e Gauchão em 2001 sob Tite.
O ex-volante Émerson Leal, de 46 anos, morreu nesta terça-feira em Esteio, na região metropolitana de Porto Alegre. Formado na base do Grêmio, Émerson tinha no currículo os títulos da Copa do Brasil e do Campeonato Gaúcho de 2001, ambos sob o comando do técnico Tite. Conforme divulgado pelo Grêmio, o jogador disputou 113 partidas pelo clube e marcou cinco gols.
Émerson iniciou a trajetória nas categorias de base do Grêmio em 1999 e chegou ao time profissional em 2001. Foi descoberto por Cléber Xavier, ex-auxiliar de Tite, no Projeto Piloto da base gremista. Além dos títulos de 2001, o ex-volante participou das campanhas que levaram o Grêmio até as semifinais da Copa Libertadores da América e do Campeonato Brasileiro em 2002.
No clube, viveu os melhores momentos justamente com o técnico Tite, com quem mantinha proximidade naquele período. Também integrou o elenco que disputou a luta contra o rebaixamento em 2003 e fez parte do plantel no ano da queda em 2004. O último jogo de Émerson pelo Tricolor foi o Gre-Nal 363, no qual o Inter venceu por 3 a 1 no Estádio Olímpico.
Na temporada de 2004, Émerson chegou a ser emprestado ao Sport. Em novembro daquele ano, exames médicos detectaram uma alteração cardíaca, e ele ficou afastado dos gramados até 2007. Retornou aos campos defendendo o Juventude e, ao longo da carreira, também atuou por Madureira, América de Natal, Novo Hamburgo, Ulbra Canoas e Aimoré, entre outros clubes.
Segundo relato de um amigo, na última semana Émerson jogou 20 minutos de uma partida de futebol recreativa e sofreu um infarto. Havia um médico no local, que prestou os primeiros socorros e realizou massagem cardíaca enquanto a ambulância era aguardada. O ex-atleta foi internado no Hospital São Camilo, em Esteio, em estado grave desde então.
O mesmo relato acrescentou que Émerson sentiu dores no peito ao jogar no sábado anterior e chegou a ficar deitado cerca de 15 minutos no vestiário, acreditando inicialmente que o mal-estar poderia ser pressão alta.
Ex-companheiro no Grêmio, Roger Machado lamenta a morte de Émerson Leal. A trajetória do jogador é lembrada pelos torcedores principalmente pelos momentos de 2001 e pelas atuações nas temporadas seguintes, quando participou de campanhas importantes e também enfrentou dificuldades, como afastamento por problema cardíaco e passagem por clubes de diferentes regiões.
É com imenso pesar que o Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense comunica o falecimento do ex-volante Émerson Leal, de 46 anos, ocorrido nesta terça-feira, em Esteio/RS. Émerson da Silva Leal iniciou sua trajetória nas categorias de base do Grêmio em 1999, chegando ao elenco profissional dois anos depois. Fez parte do plantel campeão gaúcho e da Copa do Brasil de 2001. Na temporada seguinte, teve participação importante na campanha gremista até as semifinais da Copa Libertadores da América e do Campeonato Brasileiro. Em novembro de 2004, o jogador foi afastado dos gramados após exames médicos identificarem alterações cardíacas. Retornou ao elenco em 2007 e permaneceu no Clube até o ano seguinte. Com a camisa tricolor, disputou 113 partidas e marcou cinco gols. O Grêmio se solidariza com familiares e amigos neste momento de dor.
A morte de Émerson Leal provocou comoção entre ex-companheiros, torcedores e profissionais do futebol que acompanharam sua carreira desde a base até as disputas nacionais e regionais. Sua ligação com o período de 2001 e com o treinador Tite é parte central do legado dentro do clube, enquanto as passagens por outros times marcaram a continuidade de uma trajetória marcada por altos e baixos até o afastamento por questões de saúde e o retorno aos gramados alguns anos depois.
