Itabaiana · sábado · 24 de outubro de 2026
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Gabriel Rimi testou por semanas o modelo leve de 165 g contra o iPhone 18 Pro (211 g) e 18 Pro Max (249 g). Ele constatou mais ergonomia e menos peso, porém perdas em bateria e recursos do formato compacto.

Em vídeo, o apresentador Gabriel Rimi analisou a usabilidade e as especificações técnicas do iPhone Air após um período de uso contínuo, estabelecendo comparações diretas com o iPhone 18 Pro e o iPhone 18 Pro Max. O levantamento aborda o equilíbrio entre a redução de massa do chassi e as concessões de hardware exigidas pelo formato compacto.

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A diferença de massa configura o principal elemento de distinção entre os dispositivos analisados. Enquanto o iPhone Air registra 165 gramas, o iPhone 18 Pro marca 211 gramas — uma variação de 27,88% — e o iPhone 18 Pro Max chega a 249 gramas, o que representa um acréscimo de 50,91% de peso em relação à versão Air. Rimi destacou o impacto ergonômico decorrente dessas especificações durante o manuseio prolongado.

O iPhone 18 Pro Max é 50,91% mais pesado que o iPhone Air. Quando você segura um iPhone Pro Max, você está segurando um Air e meio

As dimensões reduzidas do iPhone Air impõem restrições à capacidade nominal da bateria interna e à condutividade térmica. De acordo com o relato de Rimi, a autonomia do dispositivo atende a rotinas em ambiente de escritório, mas exige recargas complementares ou fontes portáteis durante coberturas operacionais externas e captação contínua de vídeo. O uso combinado com baterias externas magnéticas eleva a massa do conjunto para 280 gramas.

Ele é quase um celular modular: quando eu preciso de um power bank eu coloco, quando eu não preciso eu uso um celular mais leve

No processamento, o aparelho integra o chip A19 Pro, mas registra limitações na sustentação de desempenho sob carga contínua em razão da dissipação térmica restrita, comportamento observado na execução do sistema operacional iOS 27. O projeto do modelo também exclui recursos presentes em linhas tradicionais, como saídas de som estéreo na base e sensor óptico de ângulo aberto (ultra-wide), limitando a captação traseira a uma única lente.

Essas escolhas de projeto colocam o fator ergonômico como critério de decisão importante: a redução de peso proporciona vantagem para quem busca conforto no uso diário, enquanto as limitações de bateria, de áudio e de câmeras podem exigir soluções complementares ou levar o consumidor a optar por modelos convencionais. Rimi apontou ainda que, em termos de mercado, a aproximação de preço em relação a modelos como o iPhone 17 torna a ergonomia um dos principais elementos de comparação entre os opções.

Em resumo, o iPhone Air privilegia leveza e portabilidade, mas impõe trade-offs técnicos — especialmente em autonomia e dissipação térmica — que afetam quem precisa de desempenho sustentado e recursos de captura mais completos.

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Jornalista da Itabaiana FM 93.1 — trazendo as notícias de Sergipe para você.

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