Itabaiana · domingo · 18 de outubro de 2026
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Em Buenos Aires, o técnico elogiou o amplo domínio da equipe e as 18 finalizações ante cinco do Flamengo. Apesar do controle e da solidez defensiva, admitiu frustração por não converter as chances no jogo de ida.

O Estudiantes empatou sem gols com o Flamengo nesta quinta-feira, em Buenos Aires, pela partida de ida das semifinais da CONMEBOL Libertadores 2026. O técnico do Estudiantes avaliou positivamente a postura da equipe, ressaltando o controle do jogo, mas também reconheceu a frustração por não ter conseguido marcar e sair com a vitória.

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No confronto, o time argentino teve ampla superioridade nas finalizações: foram 18 finalizações contra cinco do Flamengo, que não acertou o gol durante a partida. O treinador observou que a equipe teve as melhores chances e que a defesa se mostrou sólida, enquanto faltou efetividade no ataque para transformar oportunidades em gols.

“A análise não é positiva porque não vencemos e queríamos muito, mas a equipe jogou muito bem, jogamos da maneira que o Estudiantes queria. Faltou efetividade, não conseguimos marcar. Tivemos as melhores chances, eles não criaram nada contra nós. Muslera não fez nenhuma defesa.”

O comandante também comentou sobre o comportamento ofensivo, apontando que faltou calma e o passe final no terço ofensivo, mesmo havendo espaços para isso. Segundo ele, o time teve ocasiões no final do jogo, mas não as converteu.

“Defensivamente fomos sólidos, e no ataque faltou aquele algo a mais de calma, aquele passe final no campo adversário porque havia espaço. Tivemos nossas chances no final e não conseguimos convertê-las.”

Além da análise técnica, o treinador criticou a arbitragem da partida, afirmando que o árbitro foi pouco rigoroso na aplicação de cartões ao Flamengo. O Estudiantes reclamou com intensidade da não expulsão de Lucas Paquetá no segundo tempo, após uma cotovelada em Piovi aos 17 minutos, lance que gerou polêmica nas arquibancadas.

O técnico descreveu o jogo como bastante físico, com muitas divididas e faltas táticas de ambos os lados, e disse que alguns cartões que, na sua avaliação, deveriam ter sido mostrados, não foram aplicados. Ele destacou ainda que, em uma fase decisiva como as semifinais da Libertadores, as partidas tendem a ser duras e competitivas.

“Foi um jogo muito físico também. Eles fizeram muitas divididas, cometeram muitas faltas, não houve muita fluidez no jogo, houve faltas táticas de ambos os lados e eles não receberam alguns cartões que deveriam ter recebido. Nas semifinais da Libertadores, ninguém vai facilitar as coisas.”

Flamengo e Estudiantes voltam a se enfrentar na próxima quinta-feira, às 21h30, no Maracanã. Empate por qualquer placar leva o jogo para os pênaltis; quem vencer avança para a final da Libertadores.

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Jornalista da Itabaiana FM 93.1 — trazendo as notícias de Sergipe para você.

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