Itabaiana · sexta-feira · 09 de outubro de 2026
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Nikolaio Zhivotenko aplicou o DLSS Swapper na versão Linux do Doom, aproximando-se do build MS-DOS e melhorando texturas e nitidez. Vídeo mostra a transformação e os arquivos foram publicados no GitHub.

Doom é, sem sombra de dúvida, um dos jogos mais portados da história, e a comunidade de modders levou essa tradição a um novo patamar ao implementar o DLSS 5 diretamente em títulos clássicos do MS-DOS, incluindo Doom. O experimento foi apresentado pelo modder Nikolaio Zhivotenko, que mostra o resultado em vídeo e disponibiliza os arquivos no GitHub.

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Para realizar o trabalho, foi usada a versão de Linux de Doom, a que mais se aproxima da versão original para MS-DOS. O modder aplicou o DLSS Swapper — ferramenta usada para levar o DLSS 5 a jogos modernos — e conseguiu transformar o visual do game clássico sem alterar a jogabilidade base nem a taxa de quadros esperada para a experiência original.

O efeito prático mais imediato é a redução do serrilhado e do estiramento de pixels típicos das resoluções dos anos 1990, como os clássicos 320×200 pixels. Texturas de paredes, poças de sangue e os sprites dos demônios ganharam contornos mais definidos, com menos artefatos visuais e bordas mais suaves, preservando, ao mesmo tempo, a fluidez do jogo.

Além da melhoria visual pontual, o projeto chama a atenção por integrar uma tecnologia de inteligência artificial de ponta a um método de renderização com mais de três décadas. O trabalho demonstra a flexibilidade dos métodos atuais de pós-processamento e upscaling ao dialogar com formatos e restrições gráficas antigas.

Embora Doom tenha servido como cobaia para demonstrar a build funcional inicial, a comunidade já planeja expandir o suporte do modificador para outros clássicos da era de ouro do MS-DOS, como Duke Nukem 3D e Quake. A iniciativa segue uma tendência já vista entre entusiastas, que chegaram a adaptar versões do NVIDIA DLSS a hardware não originalmente previsto, como a porta da versão 4.5 para placas AMD Radeon.

Todo o material usado no experimento, incluindo ferramentas e instruções, está disponível em repositório público no GitHub, conforme indicado pelo autor. O projeto tende a interessar tanto colecionadores de jogos clássicos quanto desenvolvedores e curiosos por técnicas modernas de upscaling aplicadas a títulos retro.

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Jornalista da Itabaiana FM 93.1 — trazendo as notícias de Sergipe para você.

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