Itabaiana · domingo · 11 de outubro de 2026
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Quarenta anos depois de Curtindo a Vida Adoidado, Broderick, 64, disse ao The Guardian que Ferris, apesar do carisma, provavelmente tornou-se mais conformado. Ele refletiu sobre o legado do filme de 1986.

Quarenta anos após o lançamento do icônico filme Curtindo a Vida Adoidado, o ator Matthew Broderick compartilhou suas reflexões sobre o que poderia ter acontecido com seu famoso personagem, Ferris Bueller, que marcou uma geração nos anos 80.

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Em uma entrevista ao jornal The Guardian, Broderick, que hoje tem 64 anos, comentou sobre o legado do filme de 1986 e sugeriu que Ferris provavelmente teria seguido um caminho bem diferente do jovem irreverente que encantou o público.

“Ele é muito carismático e criativo, mas provavelmente acabou se tornando o pai dele. É o que acontece com a maioria de nós”,

brincou o ator.

No longa, dirigido e escrito por John Hughes, Ferris é um estudante que decide faltar à aula para viver um dia inesquecível ao lado da namorada Sloane Peterson e do melhor amigo Cameron Frye, quebrando regras e interagindo com a audiência ao longo da trama.

Broderick também discutiu a razão pela qual uma continuação do filme nunca foi realizada. Ele acredita que, enquanto John Hughes estava vivo, havia esperança de revisitar o personagem.

“Quando John estava vivo, eu sempre pensava: ‘Talvez a gente faça de novo’. Mas o tempo passou demais.”

John Hughes, uma das figuras mais influentes das comédias adolescentes dos anos 1980, faleceu em 2009, aos 59 anos. Para Broderick, a morte do diretor encerrou qualquer possibilidade real de uma sequência. Em conversas anteriores, o ator revelou ter discutido com Hughes a ideia de mostrar Ferris na faculdade ou iniciando sua vida profissional, mas ambos concluíram que não havia uma história forte o suficiente para isso.

“O filme retrata um momento único da vida.”

Alan Ruck, que interpretou Cameron Frye, também entrou na conversa de forma bem-humorada. No filme, Cameron vive sob a pressão de um pai autoritário e protagoniza uma cena marcante ao destruir a Ferrari da família. Ruck fez uma piada sobre o que poderia ter acontecido logo após os créditos finais:

“Minha piada é que o pai do Cameron chegou em casa e o jogou pela janela. O resto daquele dia certamente não foi feliz.”

Após a brincadeira, Ruck fez uma previsão mais otimista:

“Talvez tudo tenha dado certo no fim. Quem sabe hoje ele seja advogado em Chicago.”

Lançado em junho de 1986, Curtindo a Vida Adoidado arrecadou cerca de US$ 70 milhões nas bilheteiras, tornando-se um dos maiores clássicos do cinema adolescente. Durante a aventura, Ferris, Cameron e Sloane exploram pontos famosos de Chicago, como a Sears Tower, o Art Institute of Chicago, o estádio Wrigley Field e o tradicional desfile do Dia de Von Steuben, em uma das sequências mais memoráveis do filme.

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Jornalista da Itabaiana FM 93.1 — trazendo as notícias de Sergipe para você.

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