Aos 16 anos, o ator comemora 10 anos de carreira ao protagonizar um longa que estreia em 23/07/2026. Ele interpreta André, um adolescente em busca das primeiras descobertas da juventude.
O ator Théo Medon, conhecido por seu papel como Mário Antunes nas novelas “As Aventuras de Poliana” e “Poliana Moça” do SBT, chega a um novo momento de sua carreira. Aos 16 anos, ele celebra uma década como ator, cantor e multi-instrumentista, e acredita que o filme “Pequenas Criaturas” simboliza um divisor de águas em sua trajetória. A obra estreou nos cinemas brasileiros nesta quinta-feira, 23 de julho de 2026.
No longa-metragem, que ganhou o Troféu Redentor de Melhor Filme de Ficção no Festival do Rio 2025, Théo interpreta André, um adolescente que navega pelas descobertas da juventude enquanto se adapta à nova vida em Brasília nos anos 1980, durante os primeiros anos da redemocratização do Brasil.
“Quando a gente começa cedo, tem essa fase da transição entre a infância e a adolescência, em que você tem que provar muitas coisas para si mesmo. Quando você é criança, enxerga o trabalho de uma forma, e, quando cresce, é de outra.”
Théo expressou seu entusiasmo ao participar de um filme reconhecido em festivais, considerando isso uma conquista significativa. O que mais o impactou, no entanto, foi a liberdade criativa que encontrou durante o desenvolvimento do projeto.
“Eu acho que ‘Pequenas Criaturas’ representa muito bem essa divisão da minha visão enquanto profissional, porque foi um projeto que me deu muita oportunidade de amadurecer enquanto ator. Era uma produção que confiava em mim, que me dava abertura para construir o personagem, crescer e poder ajudar.”
O ator também refletiu sobre seus próximos passos na carreira e como o longa consolidou sua decisão de continuar contando histórias no cinema.
“Foi um momento que veio para reafirmar a minha paixão por esse mundo. Veio para reafirmar que é isso que eu quero fazer e continuar.”
Além de Théo Medon, o elenco de “Pequenas Criaturas” conta com Carolina Dieckmann, Caco Ciocler, Letícia Sabatella, Lorenzo Mello, Fernando Eiras e Michel Melamed. Ambientado em 1986, o filme aborda a tentativa de uma família de reconstruir a vida após a mudança para Brasília, transformando pequenas situações cotidianas em reflexões sobre amadurecimento, pertencimento e afeto.
