A cabeleireira Cláudia Pires, 55 anos, voltou a celebrar a vida depois de receber um transplante de medula óssea doado pela filha caçula, Natália Pires, 32, em março deste ano. O procedimento, realizado em São Paulo, pôs fim a uma batalha contra a leucemia descoberta em setembro de 2025.
Diagnóstico e tratamento
Cláudia notou manchas vermelhas e roxas pelo corpo no ano passado. Exames indicaram plaquetas baixas e confirmaram a leucemia. “Você perde o chão, mas precisa encontrar forças para seguir”, recordou.
Após meses de quimioterapia, os médicos recomendaram o transplante. Estatísticas apontam que apenas uma em cada 10 mil pessoas encontra doador compatível fora do círculo familiar, o que reforçou a importância dos testes realizados entre parentes.
Compatibilidade na família
Três membros da família — o irmão Marcelo e as filhas Marcela e Natália — apresentaram compatibilidade. Coube a Natália realizar a doação. “Poder devolver a vida para a minha mãe não tem palavras. É um procedimento relativamente simples para quem doa, mas quem espera vive um período muito difícil. Parece um milagre”, afirmou.
Transplante bem-sucedido
A cirurgia ocorreu em março de 2026 e, logo depois, exames confirmaram o “pega” da medula. “É muito forte saber que minha filha pôde doar e me devolver a vida”, disse Cláudia, emocionada.
Com a recuperação em andamento, mãe e filha comemoram a vitória ao lado da família em Florianópolis (SC) e incentivam outras pessoas a se cadastrarem como doadoras de medula óssea.
Com informações de Só Notícia Boa
