Itabaiana · quinta-feira · 17 de setembro de 2026
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São Paulo, 1º de maio de 2026 – O Brasil e o mundo lembram hoje os 32 anos da morte de Ayrton Senna, ocorrida em 1º de maio de 1994, durante o Grande Prêmio de San Marino, em Ímola, na Itália. Mais de três décadas depois, o tricampeão mundial de Fórmula 1 segue como referência de determinação e coleciona homenagens dos fãs.

Vídeo inédito volta a circular

Para marcar a data, voltou a circular um depoimento gravado por Senna em 1988, exibido no especial de fim de ano de Roberto Carlos, na TV Globo. No vídeo, o piloto relata uma experiência espiritual que viveu durante uma corrida, declarando ter sentido a presença de Deus.

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Minissérie na Netflix

Uma minissérie de ficção sobre a vida do ídolo está em produção na Netflix e tem estreia prevista para 2024. O ator Gabriel Leone interpreta Senna, que completaria 66 anos se estivesse vivo.

Locais de memória preservados

Os admiradores podem visitar uma estátua de cera em tamanho real do piloto no Dreamland Museu de Cera, no Complexo Dreams Park Show, em Foz do Iguaçu (PR). Em São Paulo, a casa onde Senna viveu na infância, na Rua Condessa Siciliano, Jardim São Paulo, permanece praticamente intacta. O imóvel foi adquirido por uma vizinha, Marina Rey Rachas, que mantém fachada, grades e móveis originais; fãs costumam parar para fotografar.

Investigação e responsabilização

Em 1997, o engenheiro Patrick Head, cofundador da Williams, foi apontado pela Justiça italiana como responsável pela quebra da coluna de direção que levou ao acidente. O crime, entretanto, já estava prescrito. Em 2007, a Suprema Corte da Itália confirmou a decisão que atribuiu a Head a culpa pelo acidente fatal.

Na época, Senna reclamava de desconforto dentro do cockpit. Para atender ao piloto, a equipe modificou a coluna de direção, que foi serrada e soldada em novo ângulo. A peça se rompeu na curva Tamburello, fazendo o carro seguir reto e bater contra o muro.

Números da carreira

Entre 1984 e 1994, Ayrton Senna disputou 161 Grandes Prêmios, venceu 41, subiu 80 vezes ao pódio, largou na pole position em 65 oportunidades e registrou 19 voltas mais rápidas.

Fãs ao redor do mundo

No Japão, admiradores visitam anualmente a lápide do piloto no Cemitério Gethsêmani Morumbi, em São Paulo, tanto no aniversário de sua morte, em 1º de maio, quanto no de seu nascimento, em 21 de março. Entre os fãs mais famosos está o heptacampeão mundial Lewis Hamilton, que costuma declarar publicamente a inspiração no brasileiro.

Três décadas após o acidente, o legado de Ayrton Senna permanece vivo em homenagens, recordes e no carinho de torcedores de diferentes gerações.

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Jornalista da Itabaiana FM 93.1 — trazendo as notícias de Sergipe para você.

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