O ex-jogador de basquete Oscar Schmidt, ícone do esporte brasileiro e maior cestinha da história das Olimpíadas, morreu nesta sexta-feira, 17 de abril de 2026, aos 68 anos, em Santana de Parnaíba (SP). O atleta sofreu um mal-estar e não resistiu. A despedida do “Mão Santa” expõe não apenas seu legado nas quadras, mas também a forte ligação que manteve por toda a vida com o irmão caçula, o apresentador Tadeu Schmidt, 17 anos mais novo.
Admiração mútua desde a infância
Enquanto Oscar consolidava sua carreira internacional no basquete, Tadeu crescia vendo o irmão como referência. A admiração era recíproca: o ex-jogador acompanhava cada passo do jornalista, hoje à frente do Big Brother Brasil, e comemorava publicamente suas conquistas.
Caminhos distintos, apoio constante
Tadeu chegou a flertar com o esporte. Ele jogou vôlei e integrou a seleção brasileira infantojuvenil antes de optar pelo jornalismo. Mesmo em profissões distintas, os irmãos mantiveram contato próximo, trocando conselhos e aparições conjuntas em eventos familiares e na mídia.
Momentos marcantes
Entre os episódios mais lembrados está a cerimônia do Hall da Fama do basquete, em 2013, nos Estados Unidos. Na ocasião, Tadeu auxiliou Oscar durante o discurso que selou a entrada do brasileiro no seleto grupo de lendas do esporte. Fora dos holofotes, os dois costumavam brincar sobre a mudança de status: com o passar dos anos, a fama do ex-atleta deu lugar ao sucesso televisivo do irmão mais novo.
Legado familiar
Além de Oscar e Tadeu, o talento esportivo da família aparece no sobrinho Bruno Schmidt, campeão olímpico de vôlei de praia. A trajetória dos Schmidt é marcada pela união e pelo apoio mútuo, características que permaneceram inalteradas até a morte do ex-jogador.
Com a partida de Oscar, o esporte brasileiro perde um de seus maiores nomes, e Tadeu, seu conselheiro e herói particular. A memória do “Mão Santa” segue viva tanto nos recordes das quadras quanto na história de cumplicidade construída ao lado do irmão.
Com informações de Portal Leo Dias
