São Paulo – A 56ª edição do Troféu Imprensa, realizada na noite de quarta-feira (15/4) nos estúdios do SBT, marcou a estreia de Patrícia Abravanel à frente da premiação sem a participação de Silvio Santos. Ao lado de Celso Portiolli, a apresentadora celebrou a presença de profissionais de diferentes emissoras, com destaque para nomes liberados pela TV Globo.
Em entrevista à repórter Mônia Apor, do Portal LeoDias, Patrícia classificou a cerimônia como “surreal” e destacou a integração entre canais concorrentes. “A Globo, a Record e a Band foram extremamente generosas. Vieram artistas gigantescos que fazem história na televisão”, afirmou.
A apresentadora comentou que, durante as edições comandadas por Silvio Santos, a participação de globais era mais restrita. “Meu pai era o espetáculo, todo mundo queria ver como ele interagia com cada convidado. Hoje, eu e o Celso somos apenas uma pequena parte; o protagonismo está dividido”, disse.
Ao falar sobre o legado do pai, Patrícia lembrou que Silvio Santos permaneceu no palco até os 92 anos. “Sinto o cuidado dele em cada detalhe. Fico emocionada pensando em como honrar essa história, como se fosse uma joia que ele guardou com tanto carinho”, declarou.
Patrícia contou ter vivido um misto de saudade, responsabilidade e gratidão no início da transmissão. “Me belisquem, porque ainda parece um sonho”, resumiu.
